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Livreto Celebrativo | Missa Pela Unidade Dos Cristãos


LIVRETO CELEBRATIVO
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CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA

PELA
UNIDADE DOS CRISTÃOS 

PRESIDIDA POR SUA SANTIDADE
BENTO VIII

XXIII – IX – MMXXVI
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RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o Presidente dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, o Presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Presidente, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amén.

2. Em seguida, o Presidente, abrindo os braços, saúda o povo:

O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

O povo responde:

Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ATO PENITENCIAL

3. O Santo Padre convida os fiéis ao ato penitencial.

Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos dignos de nos aproximar da mesa do Senhor.

Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O Santo Padre:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o Presidente diz:
Oremos.

E todos oram com o Presidente, por algum tempo, em silêncio.

Então o Presidente, de braços abertos, reza a oração coleta;

Deus eterno e omnipotente, que reunis os dispersos e conservais os que já estão unidos, olhai com bondade para o rebanho do vosso Filho, para que a integridade da fé e o vínculo da caridade congreguem todos aqueles que foram consagrados por um só batismo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

ao terminar, o povo aclama:

Amém.
LITURGIA DA PALABRA

PRIMEIRA LETTURA
(1Cor 1, 10-13)

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura em portugues, que todos ouvem sentados.

Leitura da Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios.

«Irmãos: Rogo-vos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais todos concordes e que não haja divisões entre vós. Sede perfeitamente unidos no mesmo pensar e no mesmo agir.

De facto, meus irmãos, os da família de Cloé informaram-me de que há discórdias entre vós. Quero dizer que cada um de vós fala desta maneira: "Eu sou de Paulo!", "Eu de Apolo!", "Eu de Cefas!", "Eu de Cristo!".

Estará Cristo dividido? Terá sido Paulo crucificado por vós? Ou fostes baptizados em nome de Paulo?»

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após a leitura, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl. 33)

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R. Vámos com alegria para a casa do Senhor.

EVANGELHO
(Jo. 17, 20-26)

8. Segue-se o canto de aclamação.

9. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Santo Padre diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo. 

O lector faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

10. Dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ele está no meio de nós.

E diz:

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Não rogo somente por estes, mas também por todos os que crerem em mim por meio da palavra deles; para que todos sejam um, assim como tu, ó Pai, estás em mim e eu em ti; que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes dei a glória que me deste, para que sejam um, assim como nós somos um: eu neles e tu em mim. Assim, eles serão levados à plena unidade, e o mundo saberá que tu me enviaste e os amaste como também amaste a mim. Pai, quero que eles estejam comigo onde eu estou, pois tu os deste a mim, e vejam a minha glória, a glória que me deste porque me amaste antes da criação do mundo. Pai justo, embora o mundo não te conheça, eu te conheço, e eles sabem que tu me enviaste. Eu lhes revelei o teu nome e continuarei a revelá-lo, para que o amor que tens por mim esteja neles e eu esteja neles.

11. Terminado a leitura, aclama:

Palavra da Salvação.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

HOMILIA

12. O Santo Padre faz a homilia, iniciando com base no texto das leituras feitas na Liturgia da Palavra.

LITURGIA EUCARISTICA

13. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

14. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo pão e vinho para celebração da Eucaristia.

15. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

16. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

17. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

18. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.

19. E, depois, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o cerimoniário incensa o Santo Padre, os concelebrantes e o povo.

20. Em seguida, o Santo Padre,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

21. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

22. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;

Senhor, que pelo único sacrifício do vosso Filho adquiristes para Vós um povo de adoção filial, concedei propício à vossa Igreja os dons da unidade e da paz.Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

Ao terminar, o povo aclama:

Amen.

PREFÁCIO

23. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde: 

Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, criador do mundo e fonte de toda vida. 

Nunca abandonais a obra da vossa sabedoria, mas, em vossa providência, continuais agindo no meio de nós. Com braço estendido e mão forte, guiastes o vosso povo de Israel pelo deserto. Agora, com a força do Espírito Santo, acompanhais sempre a vossa Igreja, peregrina neste mundo, e a conduzis pelos caminhos da história até à felicidade perfeita em vosso reino por Jesus Cristo, Senhor nosso. 

Por isso, também nós, com os Anjos e Santos, proclamamos o hino de vossa glória, cantando sem cessar:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o "Sanctus".

ORAÇÃO EUCARÍSTICA 
PARA DIVERSAS CIRCUNSTÂNCIAS II

24. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os acompanhais no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos de Emaús, ele nos revela as Escrituras e parte o Pão para nós.

25. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Por isso, nós vos suplicamos, Pai de bondade: enviai e o vosso Espírito Santo para que santifique estes dons do pão e do vinho, 

Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

e se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

Une as mãos.

que nos mandou celebrar estes mistérios

26. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na véspera de sua paixão, na noite da última Ceia, 

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO,
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

27. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

28. Em seguida, diz:

Mistério da fé e do amor!

A assembleia aclama:

Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

29. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Celebrando, pois, ó Pai santo, o memorial da Páscoa de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, anunciamos a obra do vosso amor; pela paixão e morte de cruz, vós o fizestes entrar na glória da ressurreição e o colocastes à vossa direita. Enquanto esperamos sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o Pão da vida e o Cálice da bênção.

Olhai com bondade a oferta da vossa Igreja; nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que nos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.

C1 Ó Pai, confirmai na unidade os convidados a participar da vossa mesa, para que, seguindo na fé e na esperança pelos vossos caminhos, possamos irradiar no mundo alegria e confiança em comunhão com o nosso Papa e Bispo Bento, todos os bispos, presbíteros, diáconos e todo o vosso povo.

C2 Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs (N. e N.), que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e, na ressurreição, concedei-lhes a plenitude da vida.

C3 Concedei também a nós, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco e, com a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e Mártires, São Luis Orione e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos, 

Une as mãos.

por Jesus Cristo, vosso Filho.

30. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amém.

RITO DA COMUNHÃO

31. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:

Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:

O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

32. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Santo Padre une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

33. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O Santo Padre une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amen.

34. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

O amor de Cristo nos uniu.
 
35. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
36. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

37. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.

38. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

39. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.

40. Terminada a Comunhão, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.

41. Então o Santo pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

APÓS DA COMUNHÃO

42. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Bispo ordenante principal, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão.

Nós Vos pedimos, Senhor, que, assim como esta sagrada comunhão que recebemos é sinal da união dos fiéis em Vós, assim também realize a unidade na vossa Igreja.Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

ao terminar, o povo aclama:

Amém. 

RITOS FINAIS

BENÇÃO FINAL

43. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo. 

44. Somente o Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

O Senhor esteja convosco.

Todos respondem:

Ele está no meio de nós.

Em seguida, Santo Padre roga a bênção:

Senhor, confirmai na fé e na caridade os vossos servos, para que vivam em perfeita união e deem ao mundo o testemunho vivo do vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor.
 
Todos respondem:

Amém.

Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:

E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

Todos:

Amen.

45. Depois, o diácono ou o próprio Pontífice diz ao povo, de mãos unidas:

Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

O povo responde:

Graças a Deus.

Findada a bênção, o Santo Padre beija o altar em sinal de veneração, como no início. E, feita com os ministros a devida reverência, retira-se.