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Livreto Celebrativo | Comemoração da Dedicação de Santa Maria Maior


CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA

DEDICAÇÃO DA BASÍLICA
DE SANTA MARIA MAIOR

V.VIII.MMXXVI

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RITOS INICIAIS

SAUDAÇÃO

1. Reunido o povo, o Presidente dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, o Presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Presidente, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

2. Em seguida, o Presidente, abrindo os braços, saúda o povo:

A paz esteja convosco.

O povo responde:

Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ATO PENITENCIAL

3. O Presidente convida os fiéis ao ato penitencial.

O Senhor disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.

4. Após um momento, seguem-se as invocações com Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

HINO DE LOUVOR

Em seguida, canta-se o Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o Presidente diz:

Oremos.

E todos oram com o Presidente, por algum tempo, em silêncio.

Então o Presidente, de braços abertos, reza a oração coleta;
 
Senhor, perdoai os pecados dos vossos servos e servas, e, como não podemos agradar-vos por nossas obras, sejamos salvos pela intercessão da Mãe do vosso Filho, Jesus Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(1Cr 15,3-4.15-16; 16, 1-2)

Levaram a arca de Deus e colocaram-na no meio da
tenda que Davi mandara levantar para ela.

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura do Primeiro Livro das Crônicas.

Naqueles dias, Davi reuniu em Jerusalém todo o povo de Israel, a fim de transportar a arca do Senhor para o lugar que lhe havia preparado. Convocou também os descendentes de Aarão e os levitas. Então os levitas transportaram a arca de Deus por meio de varas levadas aos ombros, conforme Moisés havia ordenado, segundo a palavra do Senhor. Davi ordenou aos chefes dos levitas que designassem seus irmãos cantores para que, acompanhados por instrumentos musicais — cítaras, harpas e címbalos —, entoassem alegres melodias. Assim transportaram a arca de Deus e a colocaram no meio da tenda que Davi havia mandado levantar para ela. Depois ofereceram, diante de Deus, holocaustos e sacrifícios de comunhão. Quando Davi terminou de oferecer os holocaustos e os sacrifícios de comunhão, abençoou o povo em nome do Senhor.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 112 (113),1-2.3-4.5-6.7-8 (R. 2))

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R. Bendito seja o nome do Senhor para sempre.

SEGUNDA LEITURA
(Ef 1,3-6.11-12)

Deus escolheu-nos, em Cristo,
antes da criação do mundo.

8. A segunda leitura, o leitor a proclama do ambão como descrito acima.

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios

Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou, em Cristo, com toda sorte de bênçãos espirituais nos céus. Nele nos escolheu, antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença, no amor. Ele nos predestinou para sermos seus filhos adotivos por meio de Jesus Cristo, conforme o beneplácito de sua vontade, para o louvor da glória de sua graça, que nos concedeu gratuitamente em seu Filho amado. Em Cristo fomos feitos herdeiros, predestinados segundo o propósito daquele que realiza tudo conforme o desígnio de sua vontade, para sermos louvor de sua glória, nós que desde o princípio pusemos nossa esperança em Cristo.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

EVANGELHO
(Lc 1,26-38)

Conceberás e darás à luz um Filho.

9. Segue-se o canto de aclamação.

10. Enquanto isso, o Presidente, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Presidente, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Presidente diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ele está no meio de nós.

O diácono diz:

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem chamado José, da casa de Davi. O nome da virgem era Maria. Entrando onde ela estava, o anjo disse: «Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo». Maria ficou perturbada com essas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse: «Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reino não terá fim». Maria perguntou ao anjo: «Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?». O anjo respondeu: «O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, porque para Deus nada é impossível». Maria, então, disse: «Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra».

12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Palavra da Salvação.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

13. Depois leva o livro ao Presidente, que beija o livro e abençoa os fiéis.

HOMILIA

14. Em seguida, faz-se a homilia.

SÍMBOLO
(Apostólico)

15. Terminada a homilia, reza-se o símbolo.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.

Irmãos, reunidos para celebrar a memória da dedicação da Basílica de Santa Maria Maior, elevemos nossas preces a Deus Pai, por intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, dizendo com fé:

R. Senhor, ouvi a nossa prece.

1. Pela Santa Igreja, para que, sustentada pela proteção maternal da Virgem Maria, anuncie o Evangelho com fidelidade e conduza todos os povos ao encontro de Cristo, rezemos.

2. Pelo Santo Padre, pelos bispos, presbíteros, diáconos e por todos os ministros da Igreja, para que exerçam seu ministério com sabedoria, caridade e zelo apostólico, rezemos.

3. Pelas nações e por todos os que governam os povos, para que promovam a justiça, a paz, a defesa da dignidade humana e o bem comum, rezemos.

4. Pelos pobres, enfermos, idosos, migrantes, perseguidos e por todos os que sofrem, para que encontrem consolo em Deus e o amparo materno da Santíssima Virgem Maria, rezemos.

5. Por nossa Comunidade, para que, a exemplo de Maria, seja sempre dócil à vontade de Deus, perseverante na oração e fiel ao testemunho do Evangelho, rezemos.

O Presidente conclui dizendo:

Ó Deus, que nos destes a Bem-Aventurada Virgem Maria como Mãe e modelo da Igreja, acolhei as preces que vos apresentamos e concedei-nos viver sempre unidos a Cristo, vosso Filho, que vive e reina pelos séculos dos séculos.

O povo responde:

Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

19. O Presidente, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

21. Em seguida, o Presidente recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

22. Em seguida o Presidente, profundamente inclinado, reza em silêncio.

23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Presidente e o povo.

24. Em seguida, o Santo Padre,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Presidente estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

26. Em seguida, abrindo os braços, o Presidente reza a oração sobre as oferendas;

Acolhei, Senhor, as orações do vosso povo com a oblação deste sacrifício, para que, por intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, todos sejam atendidos em suas preces e confirmados em suas súplicas. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO
(A Maternidade da Bem-aventurada Virgem Maria)

27. Começando a Oração Eucarística, o Presidente abre os braços e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde: 

Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o Presidente prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O Presidente, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O Presidente, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso e, na memória de Maria, sempre Virgem, louvar, bendizer e proclamar a vossa glória.

Por obra do Espírito Santo ela concebeu o vosso Filho Unigênito e, sem perder a glória de sua virgindade, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso.

Por ele, vos louvam os Anjos, vos adoram as Dominações, tremem as Potestades; os céus e as Forças celestes com os Serafins, unidos, vos celebram exultantes.

Concedei também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz.

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

28. O Presidente, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

29. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

Une as mãos.

que nos mandou celebrar estes mistérios

30. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. 

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

31. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

32. Em seguida, diz:

Mistério da fé!

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

33. O Presidente, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo o Papa Bento, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos.

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

34. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amen.

RITO DA COMUNHÃO

35. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Presidente diz, de mãos unidas:

Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O Presidente abre os braços e prossegue com o povo:

Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

36. O Presidente prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Presidente une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

37. O Presidente, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O Presidente une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

38. O Presidente, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

O amor de Cristo nos uniu.
 
39. Em seguida, o Presidente parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
40. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

41. Em seguida, o Presidente, de mãos unidas, reza em silêncio.

42. O Presidente faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

43. Enquanto o Presidente comunga, inicia-se o canto da Comunhão.

44. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Presidente reza em silêncio.

45. Então o Presidente pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

46. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Presidente, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o Presidente, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Presidente, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Senhor, ao receber os sacramentos celestes, pedimos vossa clemência para que, alegrando-nos com a comemoração da Bem-aventurada Virgem Maria, imitemos as suas virtudes e colaboremos generosamente no mistério da nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

47. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo. 

48. Na Missa pontifical, o Presidente, estendendo as mãos, diz:

O Senhor esteja convosco.

Todos respondem:

Ele está no meio de nós.

49. O diácono ou, na falta dele, o próprio Presidente faz o convite: Inclinai-vos para receber a bênção ou o exprime com outras palavras. Em seguida, o Presidente estende as mãos sobre o povo, reza a oração à qual todos respondem: Amém.

Convertei sempre a vós, Senhor, os corações dos vossos fiéis, e não deixeis de sustentar com vosso auxílio os que recebem a ajuda de tão grande intercessora. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos respondem:

Amém!

O Presidente diz:

Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

Agora e para sempre.

O Presidente:

Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos:

Que fez o céu e a terra.

Então o Presidente recebe o báculo, e diz:

E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai  e Filho  e Espírito  Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

Todos:

Amém.

51. Depois, o diácono ou o próprio Presidente diz ao povo, de mãos unidas:

Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor..

O povo responde. 

Graças a Deus.

52. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana.

53. Depois, como no início todos se retiram.