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Livreto Celebrativo | Festa de Santo Antônio de Pádua

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FESTA DEL

SACRATISSIMO CUORE DI GESÙ

E NOVENA DI

SANT'A NTONIO DI PADOVA


PRÉSIDTO DA SUA SANTITÀ
BENEDETTO VIII

GERUSALEMME

XII.VI.MMXXVI

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RITOS INICIAIS

SAUDAÇÃO

1. Reunido o povo, o Santo Padre dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, o Santo Padre e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Santo Padre, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

2. Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo:

A paz esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

ATO PENITENCIAL

3. O Santo Padre convida os fiéis ao ato penitencial.

Irmãos, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O Santo Padre:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

HINO DE LOUVOR

Em seguida, canta-se o Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o Santo Padre diz:

Oremos.

E todos oram com o Santo Padre, por algum tempo, em silêncio.

Então o Santo Padre, de braços abertos, reza a oração coleta;

Deus eterno e todo-poderoso, que destes ao vosso povo Santo Antônio como insigne pregador e intercessor nas necessidades, concedei, por seu auxílio, que, seguindo os ensinamentos da vida cristã, sintamos a vossa ajuda em todas as adversidades. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
((Rs 18,41-46)

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura do Primeiro Livro dos Reis.
Naqueles dias, Elias disse a Acab: "Sobe, come e bebe, porque já se ouve o rumor de uma grande chuva". Enquanto Acab subia para comer e beber, Elias subiu ao cume do Carmelo. Inclinou-se até a terra, colocando o rosto entre os joelhos, e disse ao seu servo: "Sobe e olha na direção do mar". O servo subiu, olhou e respondeu: "Não há nada". Elias disse: "Volta novamente". Isso se repetiu sete vezes. Na sétima vez, o servo disse: "Eis que uma pequena nuvem, do tamanho da palma da mão de um homem, sobe do mar". Então Elias ordenou: "Vai dizer a Acab: 'Prepara o teu carro e desce, para que a chuva não te detenha'". Em pouco tempo, o céu se encheu de nuvens, o vento soprou forte e caiu uma grande chuva. Acab montou em seu carro e partiu para Jezrael. A mão do Senhor veio sobre Elias. Ele cingiu a cintura com o manto e correu à frente de Acab, até a entrada de Jezrael.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 64(65))

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R. Visitastes a terra e a regastes;
com vossos dons a enriquecestes.

EVANGELHO
(Monte 5, 20-26)

9. Segue-se o canto de aclamação.

10. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Santo Padre diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

O diácono diz:

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus. Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: 'Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal'. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao seu irmão: 'Patife!' será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de 'Tolo!' será condenado ao fogo do inferno. Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta. Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. Em verdade eu te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo.

12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Palavra da Salvação.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

13. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.

HOMILIA

14. Em seguida, faz-se a homilia.

SÍMBOLO
(Apostólico)

15. Terminada a homilia, reza-se o símbolo.

Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,

Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.

que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.



LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

19. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

21. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

22. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.

23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Santo Padre e o povo.

24. Em seguida, o Santo Padre,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

26. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;

Ó Deus onipotente, suplicantes imploramos à vossa majestade para que os dons oferecidos em honra de Santo Antônio, como manifestam a glória do poder divino, assim nos obtenham os frutos da vossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO
(A presença dos Santos Pastores na Igreja)

27. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.

Na Verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Vós nos concedeis a alegria de celebrar memória de Santo Antônio e fortaleceis a vossa Igreja com o exemplo de sua vida, o ensinamento de sua pregação e o auxílio de suas preces. Por isso, com a multidão dos Anjos e dos Santos, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

28. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

29. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

Une as mãos.

que nos mandou celebrar estes mistérios

30. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO,
QUE SERÁ ENTREGUE POR VOCÊS.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

31. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

32. Em seguida, diz:

Mistério da fé!

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

33. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo, o Papa Bento, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos.

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

34. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amém.

RITO DA COMUNHÃO

35. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:

Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:

Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; Advéniat regnum Tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

36. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Santo Padre une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

37. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; Dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O Santo Padre une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

38. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre covosco.

O povo responde:

E com teu espírito.
 
39. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
40. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

41. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.

42. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

43. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.

44. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.

45. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

46. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Senhor, o sacramento recebido nos prepare para as alegrias eternas, que Santo Antônio mereceu por seu fiel ministério. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

RITOS FINAIS

RITO DE ENCERRAMENTO DA 
NOVENA DE SANTO ANTÔNIO

47. Concluída a Oração após a Comunhão, antes da Bênção Final, realiza-se o encerramento da Novena de Santo Antônio.

48. Todos permanecem de pé.

O Santo Padre:

Rogai por nós, Antônio beatíssimo,


R. Para que, por tua intercessão, alcançamos as alegrias da vida eterna.

49. Em seguida, canta-se o Responsórios.


O Santo Padre prossegue:

Rogai por nós, bem-aventurado Antônio, 

Todos respondem:

Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

ORAÇÃO DE DEVOÇÃO

50. Todos podem ajoelhar-se.

O Santo Padre prossegue:

Amadíssimo protetor, Santo Antônio! Eis-me aqui a teus pés, plenamente confiado em vossa poderosa intercessão. Olhai-me com aquele espírito de doce e terna compaixão com que olhavas para os pobres. Pobre sou eu, Santo meu! Vejo-me cheio de misérias.

A vida para mim é uma contínua luta. Pão de felicidade, de alegria, de saúde, de paz e de virtude... quanto me faz falta a tua amorosa proteção! Ouvi-me, vos peço humildemente, para que vosso nome de Taumaturgo seja novamente glorificado. Creio em vosso poder e em vossa bondade; amo vosso coração de pai e bendigo a Nosso Senhor, que te fez grande na terra e no céu.

Ó Astro de Espanha, pérola da pobreza, luz da Itália, Doutor da verdade, Sol de Pádua, resplandecente em sinais de claridade! Intercedei por nós.



Todos respondem:

 Amém.

51. O Santo Padre continua:

Oremos.

Deus eterno e todo-poderoso, que destes ao vosso povo Santo Antônio como insigne pregador e intercessor nas necessidades, concedei, por seu auxílio, que, seguindo os ensinamentos da vida cristã, sintamos a vossa ajuda em todas as adversidades. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Todos respondem:

  Amém.
ORAÇÃO CONCLUSIVA

O Santo Padre:

Oremos.

Alegrai, Senhor, a vossa Igreja devota com a humilde oração do glorioso Santo Antônio, vosso servo, para que sejamos sempre socorridos nesta vida com os auxílios da vossa graça e mereçamos alcançar, depois, as alegrias eternas da glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Todos:

 Amém.

52. Concluído o rito, o Santo Padre concede a Bênção Final da Santa Missa.

Se houver, após a despedida do povo, realiza-se a distribuição do Pão de Santo Antônio, enquanto se executa um canto apropriado em honra do Santo.


BÊNÇÃO FINAL

53. O Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

O Senhor esteja convosco.

Todos respondem:

E com teu espírito.

54. Em seguida, o Santo Padre estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção e, ao terminar, todos aclamam: Amém.

O Deus de infinita bondade, que, pela encarnação do seu Filho, expulsou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, transfigurou esta noite santíssima expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes. R.

Aquele que anunciou aos pastores pelo Anjo a grande alegria do nascimento do Salvador faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho. R.
Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste. R.

O Santo Padre diz:

Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

Agora e para sempre.

O Santo Padre:

O nosso auxílio está no nome do Senhor.

Todos:

Que fez o céu e a terra.

Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:

E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

Todos:

Amém.

55. Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:

Ide em paz, a Missa acabou.


O povo responde. 

Graças a Deus.

56. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana.

57. Depois, como no início todos se retiram.