saúde e bênção da parte de Nosso Senhor.
- Que o uso das insígnias hierárquicas não constitui expressão de privilégio pessoal, mas sinal visível da ordem sagrada recebida e do ofício exercido na Igreja;
- Atendendo às disposições constantes nos livros litúrgicos vigentes e no Decreto Praecepta de vestimentis liturgicis acerca das vestes próprias dos Bispos e Cardeais;
- Que o uso das insígnias hierárquicas não constitui expressão de privilégio pessoal, mas sinal visível da ordem sagrada recebida e do ofício exercido na Igreja;
DECRETA:
Art. 1º — Do uso do barrete
§1. O uso do barrete, enquanto insígnia clerical vinculada à dignidade episcopal e cardinalícia, é reservado exclusivamente aos Bispos e Cardeais.
§2. É terminantemente proibido aos presbíteros, ainda que membros de Institutos de Vida Consagrada, Associações ou Fraternidades, o uso do barrete juntamente com o hábito talar próprio.
§3. É igualmente proibido o uso do barrete por religiosos não ordenados.
§4. Ficam abolidos quaisquer costumes, privilégios locais ou práticas contrárias ao presente artigo, salvo concessão expressa da Sé Apostólica.
Art. 2º — Da veste coral dos Bispos e Cardeais religiosos
§1. Os Bispos e Cardeais pertencentes a Institutos de Vida Consagrada ou Sociedades de Vida Apostólica devem observar integralmente a disciplina universal da Igreja quanto à veste coral.
§2. A veste coral consiste na batina conforme a dignidade (com as cores e distinções próprias), sobrepeliz, mozeta e demais insígnias previstas nos livros litúrgicos.
§3. É proibido substituir a batina prevista para a veste coral pelo hábito religioso próprio do Instituto.
§4. É expressamente vedado o uso de hábito religioso com sobrepeliz e mozeta como forma de veste coral episcopal ou cardinalícia.
Art. 3º – Da observância
§1. Os Superiores Maiores têm o dever grave de assegurar o fiel cumprimento do presente Decreto.
§2. O descumprimento das presentes normas constitui infração disciplinar e poderá ser objeto das medidas previstas no direito; outrossim, deverão ser prontamente corrigidas eventuais práticas abusivas que venham a ser constatadas.
O presente Decreto entra em vigor na data de sua publicação, não obstante quaisquer disposições em contrário.
- La necesidad de asegurar la recta disciplina en el uso de las vestiduras e insignias eclesiásticas en el ámbito de los Institutos de Vida Consagrada y de las Sociedades de Vida Apostólica;
- Atendiendo a las normas establecidas en los libros litúrgicos vigentes y en el Decreto Praecepta de vestimentis liturgicis acerca de las vestimentas próprias de los Obispos y Cardenales;
- Recordando que las insignias jerárquicas constituyen signo propio del orden sagrado y de la dignidad eclesiástica, no pudiendo ser objeto de uso arbitrario o extensivo;
DECRETA:
Art. 1º — Del uso del birrete
§1. El uso del birrete, en cuanto insignia clerical vinculada a la dignidad episcopal y cardenalicia, queda reservado exclusivamente a los Obispos y Cardenales..
§2. Queda terminantemente prohibido a los presbíteros, aun cuando sean miembros de Institutos de Vida Consagrada, Asociaciones o Fraternidades, el uso del birrete junto con el hábito talar propio.
§3. Asimismo, queda prohibido el uso del birrete por religiosos no ordenados.
§4. Quedan abolidas cualesquiera costumbres, privilegios locales o prácticas contrarias al presente artículo, salvo concesión expresa de la Sede Apostólica.
Art. 2º — De la vestidura coral de los Obispos y Cardenales religiosos
§1. Los Obispos y Cardenales pertenecientes a Institutos de Vida Consagrada o Sociedades de Vida Apostólica deberán observar íntegramente la disciplina universal de la Iglesia en lo referente a la vestidura coral.
§2. La vestidura coral consiste en la sotana conforme a la dignidad (con los colores y distinciones propias), sobrepelliz, muceta y demás insignias previstas en los libros litúrgicos.
§3. Queda prohibido sustituir la sotana prevista para la vestidura coral por el hábito religioso propio del Instituto.
§4. Se prohíbe expresamente el uso del hábito religioso con sobrepelliz y muceta como forma de vestidura coral episcopal o cardenalicia.
Art. 3º – De la observancia
§1. Los Superiores Mayores tienen el grave deber de asegurar el fiel cumplimiento del presente Decreto.
§2. El incumplimiento de las presentes normas constituye infracción disciplinaria y podrá ser objeto de las medidas previstas por el derecho; asimismo, deberán ser prontamente corregidas las eventuales prácticas abusivas que llegaren a constatarse.
El presente Decreto entra en vigor en la fecha de su publicación, no obstante cualquier disposición en contrario.
