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Livreto Celebrativo | Novena Interdiocesana De Oração - 1er Dia



LIVRETO CELEBRATIVO
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CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA

1er DIA DA
NOVENA INTERDIOCESANA DE ORAÇÃO

EM PREPARAÇÃO DA ORDENAÇÃO DIACONAL DOS CL.
PEDRO HIAGO PODP E MARCO CHAVES PODP

MEMÓRIA DE SÃO CARLOS BORROMEU

ARQUIDIOCESE METROPOLITANA DE BAHÍA
IV.XI.MMXXVI

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RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o Presidente dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, o Presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Presidente, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

2. Em seguida, o Presidente, abrindo os braços, saúda o povo:

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

O povo responde:

Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ATO PENITENCIAL

3. O Presidente convida os fiéis ao ato penitencial.

No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

Após um momento de silêncio, o Presidente diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O sacerdote:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após um momento, seguem-se as invocações com Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o canto, de mãos unidas, o Presidente diz:

Oremos.

E todos oram com o Presidente, por algum tempo, em silêncio.

Então o Presidente, de braços abertos, reza a oração coleta;
 
Senhor, conservai no vosso povo o espírito que infundistes no bispo São Carlos Borromeu, para que a vossa Igreja seja continuamente renovada e, conformando-se à imagem de Cristo, mostre ao mundo a verdadeira face do vosso Filho. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Fl 2, 12-18)

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses

Meus queridos: como sempre fostes obedientes, não só em minha presença, mas ainda mais agora na minha ausência, trabalhai para a vossa salvação, com temor e tremor. Pois é Deus que realiza em vós tanto o querer como o fazer, conforme o seu desígnio benevolente.

Fazei tudo sem reclamar ou murmurar, para que sejais livres de repreensão e ambiguidade, filhos de Deus sem defeito, no meio desta geração depravada e pervertida, na qual brilhais como os astros no universo. Conservai com firmeza a palavra da vida. Assim, no dia de Cristo, terei a glória de não ter corrido em vão, nem trabalhado inutilmente.

E ainda que eu seja oferecido em libação, no sacrifício que é o sagrado serviço de vossa fé, fico feliz e alegro-me com todos vós. Vós também, alegrai-vos pelo mesmo motivo e congratulai-vos comigo.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 26(27), 1. 4. 13-14 (R. 1a))

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R. O Senhor é minha luz e salvação!

EVANGELHO
(Lc 14, 25-33)

8. Segue-se o canto de aclamação.

9. Enquanto isso, o Presidente, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Presidente, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Presidente diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

10. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ele está no meio de nós.

O diácono diz:

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: “Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo.

Com efeito: qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!’

Ou ainda: Qual o rei que ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz.

Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”

11. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Palavra da Salvação.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

12. Depois leva o livro ao Presidente, que beija o livro e abençoa os fiéis.

HOMILIA

13. Em seguida, faz-se a homilia.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

14. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.

Irmãos e irmãs, reunidos nesta Novena Interdiocesana de Oração, em preparação à Ordenação Diaconal dos nossos irmãos Pedro Hiago e Marco Chaves, elevemos ao Senhor nossas preces, confiando-Lhe aqueles que se preparam para assumir o ministério do serviço. A cada invocação, respondamos:

R. Senhor, ouvi a nossa prece.

1. Pela Santa Igreja de Deus, para que, fortalecida pelo Espírito Santo, continue a anunciar o Evangelho e a suscitar vocações santas e generosas para o serviço do Reino, rezemos ao Senhor.

2. Pelos pastores da Igreja, para que, iluminados pela graça divina, conduzam o povo de Deus com sabedoria, caridade e fidelidade, rezemos ao Senhor.

3. Para que os nossos irmãos ordenandos, configurados a Cristo Servo, aprendam a reconhecer no pobre, no necessitado e em cada irmão o próprio rosto do Senhor, dedicando suas vidas ao serviço da Igreja e do próximo, rezemos ao Senhor.

4. Pela intercessão de São Luís Orione, para que todos aprendam a amar e servir a Cristo na pessoa dos mais necessitados, perseverando na caridade e na entrega total ao Evangelho, rezemos ao Senhor.

5. Por todos aqueles que se dedicam à formação sacerdotal, para que, sustentados pela oração e pela graça divina, continuem a acompanhar os vocacionados com zelo, prudência e espírito de fraternidade, rezemos ao Senhor.

O Presidente conclui dizendo:

Senhor Deus, que chamais os vossos filhos ao serviço do Evangelho, acolhei as súplicas que Vos dirigimos nesta novena. Concedei aos vossos servos a graça de se prepararem dignamente para o ministério diaconal, e fazei que, pela intercessão de teus santos, sejam sempre fiéis ao vosso amor e incansáveis no serviço aos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:

Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

15. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

16. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

17. O Presidente, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

18. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

19. Em seguida, o Presidente recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

20. Em seguida o Presidente, profundamente inclinado, reza em silêncio.

21. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Presidente e o povo.

22. Em seguida, o Santo Padre,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

23. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Presidente estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

24. Em seguida, abrindo os braços, o Presidente reza a oração sobre as oferendas;

Senhor, olhai as oferendas trazidas ao vosso altar na comemoração de São Carlos Borromeu, pastor solícito e exemplo admirável de santidade; pela força deste sacrifício, concedei também a nós a graça de produzir frutos abundantes de boas obras. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO
(Dos Santos I)

25. Começando a Oração Eucarística, o Presidente abre os braços e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde: 

Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o Presidente prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O Presidente, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O Presidente, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. 

Vós nos concedeis a alegria de celebrar a memória de São Carlos Borromeu. e fortaleceis a vossa Igreja com o exemplo de sua vida, o ensinamento de sua pregação e o auxílio de suas preces. 

Por isso, com a multidão dos Anjos e dos Santos, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

26. O Presidente, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

27. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

Une as mãos.

que nos mandou celebrar estes mistérios

28. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. 

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

29. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

30. Em seguida, diz:

Mistério da fé!

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

31. O Presidente, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo o Papa Bento, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos.

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

32. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amen.

RITO DA COMUNHÃO

33. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Presidente diz, de mãos unidas:

Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O Presidente abre os braços e prossegue com o povo:

Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

34. O Presidente prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Presidente une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

35. O Presidente, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O Presidente une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

36. O Presidente, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

O amor de Cristo nos uniu.
 
37. Em seguida, o Presidente parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
38. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

39. Em seguida, o Presidente, de mãos unidas, reza em silêncio.

40. O Presidente faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

41. Enquanto o Presidente comunga, inicia-se o canto da Comunhão.

42. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Presidente reza em silêncio.

43. Então o Presidente pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

44. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Presidente, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o Presidente, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Presidente, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Senhor, os sagrados mistérios que comungamos nos concedam a fortaleza de ânimo que tornou São Carlos Borromeu fiel no ministério e fervoroso na caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

ORAÇÃO PELOS CANDIDATOS

45. O Presidente, de pé, voltado para a imagem, diz com todos a oração:

Ó Deus, Pai de infinita bondade, que chamais os vossos filhos a servir à Igreja e ao vosso povo, nós vos confiamos os vossos servos Pedro Hiago e Marco Chaves, que se preparam para receber a graça da Ordenação Diaconal.

Derramai sobre eles o Espírito Santo, para que sejam fortalecidos na fé, firmes na esperança e ardentes na caridade. Concedei-lhes um coração humilde e generoso, capaz de reconhecer em cada irmão o rosto de Cristo e de servir com alegria, sem buscar honras ou recompensas.

Que, configurados ao Cristo Servo, sejam fiéis ministros da Palavra, dignos servidores do altar e testemunhas incansáveis da caridade. Que jamais lhes falte a perseverança nas provações, a prudência nas decisões e a santidade de vida que convém aos ministros do vosso Evangelho.

Por intercessão de São Luís Orione, apóstolo da caridade e exemplo de entrega aos mais necessitados, concedei-lhes a graça de amar profundamente a Igreja, permanecer unidos aos seus pastores e dedicar suas vidas ao serviço dos pequenos, dos pobres e dos que mais necessitam da vossa misericórdia.

Que a sua Ordenação Diaconal seja para eles um novo começo de fidelidade e entrega, e que todo o seu ministério seja para a vossa maior glória e para a edificação do vosso Reino.

Por Jesus Cristo, nosso Senhor.

Todos respondem:

Amém!

O presidente diz:

São Luís Orione, patrono da nossa Comunidade:

Todos respondem:

Rogai por nós!

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

46. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo. 

47. O Presidente, estendendo as mãos, diz:

O Senhor esteja convosco.

Todos respondem:

Ele está no meio de nós.

48. O diácono ou, na falta dele, o próprio Presidente faz o convite: Inclinai-vos para receber a benção ou o exprime com outras palavras. Em seguida, o Presidente estende as mãos sobre o povo, reza a oração à qual todos respondem.

Convertei sempre a vós, Senhor, os corações dos vossos fiéis, e não deixeis de sustentar com vosso auxílio os que recebem a ajuda de tão grande intercessora. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos respondem:

Amém!


Então o Presidente recebe o báculo, e diz:

E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

Todos:

Amém.

49. Depois, o diácono ou o próprio Presidente diz ao povo, de mãos unidas:

Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor..

O povo responde. 

Graças a Deus.

50. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana.

51. Depois, como no início todos se retiram.