1. Pela Santa Igreja de Deus, para que, fortalecida pelo Espírito Santo, continue a anunciar o Evangelho e a suscitar vocações santas e generosas para o serviço do Reino, rezemos ao Senhor.
2. Pelos pastores da Igreja, para que, iluminados pela graça divina, conduzam o povo de Deus com sabedoria, caridade e fidelidade, rezemos ao Senhor.
3. Para que os nossos irmãos ordenandos, configurados a Cristo Servo, aprendam a reconhecer no pobre, no necessitado e em cada irmão o próprio rosto do Senhor, dedicando suas vidas ao serviço da Igreja e do próximo, rezemos ao Senhor.
4. Pela intercessão de São Luís Orione, para que todos aprendam a amar e servir a Cristo na pessoa dos mais necessitados, perseverando na caridade e na entrega total ao Evangelho, rezemos ao Senhor.
5. Por todos aqueles que se dedicam à formação sacerdotal, para que, sustentados pela oração e pela graça divina, continuem a acompanhar os vocacionados com zelo, prudência e espírito de fraternidade, rezemos ao Senhor.
O Presidente conclui dizendo:
Senhor Deus, que chamais os vossos filhos ao serviço do Evangelho, acolhei as súplicas que Vos dirigimos nesta novena. Concedei aos vossos servos a graça de se prepararem dignamente para o ministério diaconal, e fazei que, pela intercessão de teus santos, sejam sempre fiéis ao vosso amor e incansáveis no serviço aos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
15. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.
16. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.
17. O Presidente, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.
18. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
19. Em seguida, o Presidente recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Coloca o cálice sobre o altar.
20. Em seguida o Presidente, profundamente inclinado, reza em silêncio.
21. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Presidente e o povo.
22. Em seguida, o Santo Padre, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.
23. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Presidente estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
SOBRE AS OFERENDAS
24. Em seguida, abrindo os braços, o Presidente reza a oração sobre as oferendas;
Senhor, olhai as oferendas trazidas ao vosso altar na comemoração de São Carlos Borromeu, pastor solícito e exemplo admirável de santidade; pela força deste sacrifício, concedei também a nós a graça de produzir frutos abundantes de boas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
PREFÁCIO
(Dos Santos I)
25. Começando a Oração Eucarística, o Presidente abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o Presidente prossegue:
Corações ao alto.
O povo:
O nosso coração está em Deus.
O Presidente, com os braços abertos, acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo:
É nosso dever e nossa salvação.
O Presidente, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.
Vós nos concedeis a alegria de celebrar a memória de São Carlos Borromeu. e fortaleceis a vossa Igreja com o exemplo de sua vida, o ensinamento de sua pregação e o auxílio de suas preces.
Por isso, com a multidão dos Anjos e dos Santos, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
26. O Presidente, de braços abertos, diz:
CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
27. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
Une as mãos.
que nos mandou celebrar estes mistérios
28. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.
29. Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
30. Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
31. O Presidente, de braços abertos, diz:
CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo o Papa Bento, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos.
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
32. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amen.
RITO DA COMUNHÃO
33. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Presidente diz, de mãos unidas:
Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O Presidente abre os braços e prossegue com o povo:
Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
34. O Presidente prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O Presidente une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
35. O Presidente, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O Presidente une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
36. O Presidente, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
37. Em seguida, o Presidente parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
38. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).
39. Em seguida, o Presidente, de mãos unidas, reza em silêncio.
40. O Presidente faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
41. Enquanto o Presidente comunga, inicia-se o canto da Comunhão.
42. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o Presidente reza em silêncio.
43. Então o Presidente pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO
44. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Presidente, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
E todos, com o Presidente, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Presidente, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;
Senhor, os sagrados mistérios que comungamos nos concedam a fortaleza de ânimo que tornou São Carlos Borromeu fiel no ministério e fervoroso na caridade. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
ORAÇÃO PELOS CANDIDATOS
45. O Presidente, de pé, voltado para a imagem, diz com todos a oração:
Ó Deus, Pai de infinita bondade, que chamais os vossos filhos a servir à Igreja e ao vosso povo, nós vos confiamos os vossos servos Pedro Hiago e Marco Chaves, que se preparam para receber a graça da Ordenação Diaconal.
Derramai sobre eles o Espírito Santo, para que sejam fortalecidos na fé, firmes na esperança e ardentes na caridade. Concedei-lhes um coração humilde e generoso, capaz de reconhecer em cada irmão o rosto de Cristo e de servir com alegria, sem buscar honras ou recompensas.
Que, configurados ao Cristo Servo, sejam fiéis ministros da Palavra, dignos servidores do altar e testemunhas incansáveis da caridade. Que jamais lhes falte a perseverança nas provações, a prudência nas decisões e a santidade de vida que convém aos ministros do vosso Evangelho.
Por intercessão de São Luís Orione, apóstolo da caridade e exemplo de entrega aos mais necessitados, concedei-lhes a graça de amar profundamente a Igreja, permanecer unidos aos seus pastores e dedicar suas vidas ao serviço dos pequenos, dos pobres e dos que mais necessitam da vossa misericórdia.
Que a sua Ordenação Diaconal seja para eles um novo começo de fidelidade e entrega, e que todo o seu ministério seja para a vossa maior glória e para a edificação do vosso Reino.
Por Jesus Cristo, nosso Senhor.
Todos respondem:
O presidente diz:
São Luís Orione, patrono da nossa Comunidade:
Todos respondem:
Rogai por nós!
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
46. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.
47. O Presidente, estendendo as mãos, diz:
O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
Ele está no meio de nós.
48. O diácono ou, na falta dele, o próprio Presidente faz o convite: Inclinai-vos para receber a benção ou o exprime com outras palavras. Em seguida, o Presidente estende as mãos sobre o povo, reza a oração à qual todos respondem.
Convertei sempre a vós, Senhor, os corações dos vossos fiéis, e não deixeis de sustentar com vosso auxílio os que recebem a ajuda de tão grande intercessora. Por Cristo, nosso Senhor.
Então o Presidente recebe o báculo, e diz:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Todos:
49. Depois, o diácono ou o próprio Presidente diz ao povo, de mãos unidas:
Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor..