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Corações reconciliados, humanidade renovada! #CF2026

Livreto Celebrativo | Missa em Sufrágio da Alma do Papa Francisco


CAPELA PAPAL

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1° ANO DE FALECIMENTO DE
 SUA SANTIDADE PP. FRANCISCO

CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
PRESIDIDA PELO SANTO PADRE
BENTO VIII

BASÍLICA DE SANTA MARIA MAIOR
XXI.IV.MMXXVI

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RITOS INICIAIS

SAUDAÇÃO

1. Reunido o povo, o Santo Padre dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, o Santo Padre e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Santo Padre, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

2. Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo:

A paz esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

ATO PENITENCIAL

3. O Santo Padre convida os fiéis ao ato penitencial.

Irmãos, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O Santo Padre:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o Santo Padre diz:

Oremos.

E todos oram com o Santo Padre, por algum tempo, em silêncio.

Então o Santo Padre, de braços abertos, reza a oração coleta;

Ó Deus, que recompensais fielmente os vossos fiéis, nós vos pedimos por vosso servo, o Papa Francisco, a quem constituístes sucessor de Pedro e pastor da vossa Igreja; por estes mistérios de graça e de misericórdia de que foi fiel dispensador na terra, concedei-lhe gozar perpetuamente da alegria junto de vós no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 7, 51-8, 1a)

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura dos Atos dos Apóstolos

Naqueles dias, Estêvão disse ao povo, aos anciãos e aos doutores da lei: “Homens de cabeça dura, insensíveis e incircuncisos de coração e ouvido! Vós sempre resististes ao Espírito Santo e como vossos pais agiram, assim fazeis vós! A qual dos profetas vossos pais não perseguiram? Eles mataram aqueles que anunciavam a vinda do Justo, do qual, agora, vós vos tornastes traidores e assassinos. Vós recebestes a Lei, por meio de anjos, e não a observastes!” Ao ouvir essas palavras, eles ficaram enfurecidos e rangeram os dentes contra Estêvão. Estêvão, cheio do Espírito Santo, olhou para o céu e viu a glória de Deus e Jesus, de pé, à direita de Deus. E disse: “Estou vendo o céu aberto, e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus”. Mas eles, dando grandes gritos e, tapando os ouvidos, avançaram todos juntos contra Estêvão; arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem, chamado Saulo. Enquanto o apedrejavam, Estêvão clamou dizendo: “Senhor Jesus, acolhe o meu espírito”. Dobrando os joelhos, gritou com voz forte: “Senhor, não os condenes por este pecado”. E, ao dizer isto, morreu. Saulo era um dos que aprovavam a execução de Estêvão.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 31)

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.

EVANGELHO
(Jo 6, 30-35)

8. Segue-se o canto de aclamação.

9. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Santo Padre diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

10. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

O diácono diz:

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, a multidão perguntou a Jesus: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”. Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

11. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Palavra da Salvação.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

12. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.

HOMILIA

13. Em seguida, faz-se a homilia.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

14. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

15. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

16. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

17. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

18. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

19. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.

20. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Santo Padre e o povo.

21. Em seguida, o Santo Padre,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

22. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

23. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;

Senhor, este sacrifício que nos reconcilia convosco obtenha a bem-aventurada recompensa para vosso servo, o Papa Francisco, e vossa misericórdia nos conceda os dons da graça. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO DOS DEFUNTOS V
(A nossa Ressurreição pela vitória de Cristo)

24. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde: 

E com teu espírito.

Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, embora mereçamos morrer, por vossa graça e amor de Pai nós, os derrotados pela morte por causa do pecado, somos redimidos pela vitória de Cristo e com ele chamados de volta à vida. Por isso, com os Anjos e Santos do céu, nós vos celebramos sem cessar aqui na terra, cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

25. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

26. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e  o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

Une as mãos.

que nos mandou celebrar estes mistérios

27. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

28. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

29. Em seguida, diz:

Mistério da fé!

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

30. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo, o Papa Bento, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos.

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

31. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amém.

RITO DA COMUNHÃO

32. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:

Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:

Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

33. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Santo Padre une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

34. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O Santo Padre une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

35. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre covosco.

O povo responde:

E com teu espírito.
 
36. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
37. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

38. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.

39. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

40. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.

41. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.

42. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

43. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Alimentados, Senhor, pelo sacramento da divina comunhão, nós vos pedimos que o vosso servo, o Papa Francisco, que designastes como fundamento visível da unidade da vossa Igreja na terra, seja associado no céu à felicidade do vosso rebanho. Por Cristo, nosso Senhor. 

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

44. O Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

O Senhor esteja convosco.

Todos respondem:

E com teu espírito.

45. Em seguida, o Santo Padre estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção e, ao terminar, todos aclamam: Amém.

O Santo Padre diz:

Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

Agora e para sempre.

O Santo Padre:

O nosso auxílio está no nome do Senhor.

Todos:

Que fez o céu e a terra.

Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:

E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho  e Espírito  Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

Todos:

Amém.

46. Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:

Ide em paz, e que o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia.


O povo responde. 

Graças a Deus, aleluia, aleluia.

47. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana.

48. Depois, como no início todos se retiram.