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SÍNODO PARA A COMUNHÃO DOS POVOS: P/ QUE TODOS SEJAM UM!

Livreto Celebrativo | Missa pelo Sínodo


CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
PELO
SÍNODO DOS BISPOS

FESTA DA CONVERSÃO DE SÃO PAULO, APÓSTOLO,
E RITO DE PROFISSÃO PERPÉTUA

BASÍLICA DE SÃO PAULO EXTRAMUROS - RAOMA
XXV.I.MMXXVI

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RITOS INICIAIS

SAUDAÇÃO

1. Reunido o povo, o Santo Padre dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, o Santo Padre e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Santo Padre, voltado para o povo, diz:

In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.

O povo responde:

Amen.

2. Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo:

Pax vobis.

O povo responde:

Et cum spiritu tuo.

ATO PENITENCIAL

3. O Santo Padre convida os fiéis ao ato penitencial.

Irmãos, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O Santo Padre:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

HINO DE LOUVOR

Em seguida, canta-se o Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o Santo Padre diz:

Oremos.

E todos oram com o Santo Padre, por algum tempo, em silêncio.

Então o Santo Padre, de braços abertos, reza a oração coleta;

Ó Deus, que instruístes todos os povos pela pregação do apóstolo São Paulo, concedei aos que celebramos hoje a sua conversão caminhar para vós, seguindo o seu exemplo e ser para o mundo testemunhas da vossa verdadePor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 22,3-16)

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura dos Atos dos Apóstolos. Naqueles dias, Paulo disse ao povo: “Eu sou judeu, nascido em Tarso na Cilícia, mas fui criado nesta cidade; fui discípulo de Gamaliel e instruído com todo o rigor da lei de nossos antepassados, tornando-me zeloso da causa de Deus, como acontece hoje convosco. Persegui até à morte os que seguiam este Caminho, prendendo homens e mulheres e jogando-os na prisão; disso são testemunhas o Sumo Sacerdote e todo o conselho dos anciãos, que me deram cartas de recomendação para os irmãos de Damasco, para onde fui a fim de prender os que encontrasse e trazê-los para Jerusalém para serem castigados. Ora, aconteceu que, estando eu perto de Damasco, pelo meio-dia, de repente uma grande luz do céu brilhou sobre mim; caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’ Eu perguntei: ‘Quem és tu, Senhor?’ Ele respondeu: ‘Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu estás perseguindo’. Meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz que me falava. Então perguntei: ‘Que devo fazer, Senhor?’ E o Senhor respondeu: ‘Levanta-te e vai para Damasco; ali te explicarão tudo o que deves fazer’. Como eu não podia enxergar por causa do brilho daquela luz, cheguei a Damasco guiado pelas mãos dos meus companheiros. Um certo Ananias, homem piedoso e fiel à lei, com boa reputação junto de todos os judeus que aí moravam, veio encontrar-me e disse: ‘Saulo, meu irmão, recupera a vista!’ No mesmo instante recuperei a vista e pude vê-lo. Ele então me disse: ‘O Deus de nossos antepassados escolheu-te para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires a sua própria voz, porque tu serás sua testemunha diante de todos os homens daquilo que viste e ouviste. E agora, o que estás esperando? Levanta-te, recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o nome dele!’”

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Verbum Dómini.

Todos respondem:

Deo grátias.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 116(117))

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R. Eu disse: Eis que venho, Senhor,
     com prazer faço a vossa vontade.

SEGUNDA LEITURA
(1Cor 7,29-31)

8. A segunda leitura, o leitor a proclama do ambão como descrito acima.

Lectura de la Primera Carta del Apóstol San Pablo a los Corintios. Hermanos: Esto es lo que digo: el tiempo es corto. Por eso, de ahora en adelante, los que tienen esposa vivan como si no la tuvieran; los que lloran, como si no lloraran; los que se alegran, como si no se alegraran; los que compran, como si no poseyeran nada; y los que disfrutan de este mundo, como si no lo disfrutaran plenamente. Porque la apariencia de este mundo pasa.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Verbum Dómini.

Todos respondem:

Deo grátias.

EVANGELHO
(Mc 16,15-18)

9. Segue-se o canto de aclamação.

10. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Santo Padre diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Dóminus vobíscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.

O diácono diz:

 Léctio sancti Evangélii secúndum Marcum.

O povo responde:

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”.

12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Verbum Dómini.

O povo responde:

Laus tibi, Christe.

13. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.

PROFISSÃO RELIGIOSA

POSTULAÇÃO

14. Após a proclamação do Evangelho, o Santo Padre dirige-se para a frente do Altar e senta-se na sede para ele preparada.

Em seguida, um clérigo previamente indicado se dirige ao ambão, de onde faz a postulação.

Queiram se aproximar aqueles que irão emitir os votos perpétuos na Ordem dos Frades Menores. Serão chamados pelo nome:

1. Frei Ginaldo Emanoel Silva;

2. Frei Rhiquellme de Araújo Silva;

3. Frei Lucas do Sagrado Coração de Jesus;

4. Frei Alysson Maria;

5. Frei André Lenisio;

6. Frei Diogo Eugênio Ferretti;

7. Frei Juan Pedro.

Ao ser chamado pelo nome os que irão emitir os votos perpétuos, individualmente se levantam e respondem:

Aqui estou!

15. Após todos terem sido chamados, o Santo Padre os interroga.

Irmãos caríssimos, que pedis ao Senhor e à Igreja?

Os professantes respondem:

Peço que, professando a Regra e a vida na Ordem dos Frades Menores, possa seguir a doutrina e os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, perseverando no seu serviço até a morte.

Todos aclamam:

Graças a Deus.

HOMILIA

16. Em seguida, todos se sentam. O Santo Padre faz a homilia.

INTERROGATÓRIO

17. Terminada a homilia, os professantes levantam-se. O Santo Padre pergunta-lhes se estão dispostos a consagrar-se a Deus e a seguir a perfeição da caridade, de acordo com a Regra Franciscana e os Estatutos do último Capítulo Geral.

Caríssimos irmãos, pelo Batismo morrestes para o pecado e fostes consagrados ao Senhor. Quereis agora, pela profissão solene, unir-vos mais intimamente a Deus na Ordem Seráfica?

Os professantes respondem:

Sim, quero.

O Santo Padre continua:

Quereis, com o auxílio da graça de Deus, abraçar para sempre a vida de perfeita castidade, obediência e pobreza, que São Francisco escolheu para si e para seus irmãos, seguindo os passos de Jesus Cristo e da Virgem Maria, e nela perseverar até a morte?

Os professantes respondem:

Sim, quero.

O Santo Padre:

Quereis seguir dedicadamente o Evangelho e observar a Regra da família franciscana, no esforço firme e constante por chegar à perfeição da caridade, no amor a Deus e ao próximo?

Os professantes respondem:

Sim, quero.

O Santo Padre:

Quereis, com a graça do Espírito Santo, entregar generosamente toda a vida ao serviço do povo de Deus, por causa de Cristo, que veio para servir e não para ser servido?

Os professantes respondem:

Sim, quero.

O Santo Padre:

Quereis, como forasteiros e peregrinos neste mundo, imitar o Senhor em pobreza e humildade e servir a sua Igreja, a exemplo do Seráfico Pai, como ele recomendou aos seus discípulos?

Os professantes respondem:

Sim, quero.

O Santo Padre:

Quereis, com o auxílio de Deus, abraçar e amar aquela altíssima pobreza que o Seráfico Pai tanto amou e recomendou aos seus discípulos?

Os professantes respondem:

Sim, quero com a graça de Deus.

18. O Santo Padre confirma a vontade dos professantes com estas palavras, ou outras semelhantes:

Deus, que vos inspirou este bom propósito, conceda-vos a graça de realizá-lo na esperança da vinda do Senhor.

SÚPLICA LITÂNICA

19. Em seguida, todos se levantam. O Santo Padre, de mãos unidas e voltado para o povo, diz:

Oremos, irmãos caríssimos, a Deus Pai onipotente, para que derrame a graça da sua bênção sobre estes seus servos, a quem chamou para seguir a Cristo no caminho da perfeição, e, por sua misericórdia, os confirme no santo propósito.

20. Canta-se a Ladainha de Todos os Santos (Litaniae Sanctorum).

* Aos domingos, pelo caráter pascal próprio, não se ajoelha. Contudo, os professantes prostram-se, e todos os demais permanecem de pé.

21. Acabada a ladainha, somente o Santo Padre se levanta, volta-se para o povo e diz:

Atendei, Senhor, as súplicas do vosso povo e infundi o dom da graça celeste no coração destes vossos servos que a vós se consagram, para que o fogo do Espírito Santo os purifique de toda mancha e os inflame no ardor da caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Todos respondem:

Amém.

22. Todos se levantam.

PROFISSÃO

23. Em seguida, o Santo Padre senta-se. Então cada professante, por sua vez, conforme a ordem que fora chamado, inicia a fórmula da profissão:
Para louvor e glória da Santíssima Trindade, eu, Frei N.,
E todos repetem.

24. Após o último professante dizer o início da fórmula, somente um continua em alta voz:
movido pela inspiração divina a seguir mais de perto o Evangelho e os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, perante os irmãos aqui presentes e em vossas mãos, Santo Padre, com firme vontade e propósito, faço voto a Deus, Pai santo e todo-poderoso, de viver por todo o tempo da minha vida em obediência, sem nada de próprio e em castidade.

Ao mesmo tempo, prometo observar fielmente a vida e a Regra dos Frades Menores, confirmada pelo Papa Honório, segundo as Constituições da Ordem dos Frades Menores.

Entrego-me, pois, de todo o coração, a esta fraternidade, para que, pela ação eficaz do Espírito Santo, a exemplo de Maria Imaculada, por intercessão de nosso Pai São Francisco e de todos os santos, e com a vossa ajuda, irmãos, eu possa atingir constantemente a perfeição da caridade no serviço de Deus, da Igreja e da humanidade.
25. Em seguida, na mesma ordem, cada um se aproxima do Santo Padre e conclui:
Assim o prometo.
26. O Santo Padre diz:

E eu, em nome da Igreja, recebo os teus votos e, da parte de Deus todo-poderoso, se os observares fielmente, prometo-te a vida eterna.

27. E isto repete-se a todos os professantes.

CONSAGRAÇÃO DOS PROFESSOS

28. Após receber os votos de todos os frades, o Santo Padre levanta-se e, estendendo as mãos, reza a bênção solene, consagrando os professos ao carisma franciscano.

Os professos se ajoelham.

Senhor, nosso Deus, fonte e origem de toda a santidade, de tal modo amastes os homens, que não só os chamastes à existência, mas também os fizestes participantes da natureza divina.

Pela vossa misericórdia, nem o pecado de Adão, nem as faltas da humanidade puderam modificar o vosso desígnio de amor.

Logo no princípio dos tempos, apresentastes Abel como modelo de vida inocente. Entre o vosso povo eleito, suscitastes varões santos e mulheres insignes em todas as virtudes, entre as quais sobressai a Filha de Sião, a Santíssima Virgem Maria, de cujo seio nasceu o Verbo encarnado, Jesus Cristo, nosso Senhor, para a salvação do mundo.

Por vós, Pai santo, ele foi constituído modelo de santidade: fez-se pobre para nos enriquecer e assumiu a condição de servo para nos restituir à liberdade.

Pelo seu mistério pascal, com inefável amor, redimiu o mundo e santificou a sua Igreja, merecendo para ela os dons do Espírito.

E vós, Pai santo, pela inspiração do Paráclito, atraístes ao seguimento de Cristo inúmeros filhos, que a tudo renunciaram para se unirem somente a vós pelos vínculos da caridade e se consagrarem inteiramente ao serviço dos irmãos.

Olhai, pois, com bondade, Senhor, para estes vossos servos, que chamastes por especial providência, e derramai sobre eles o Espírito de santidade, para que, com o vosso auxílio, sejam fiéis em cumprir o que, por vossa graça, prometeram na alegria de seus corações.

Meditem cuidadosamente os exemplos do divino Mestre, para assiduamente o imitar. Que o seu modo de viver edifique a Igreja, promova a salvação do mundo e apareça como sinal resplandecente dos bens celestes.

Senhor, Pai santo, guiai e protegei estes vossos servos; e, quando comparecerem perante o tribunal do vosso Filho, sede para eles prêmio e recompensa, para que sintam a alegria de terem vivido a sua vocação e, confirmados no vosso amor, gozem da companhia dos vossos santos, entre eles o Seráfico Pai Fundador, São Francisco de Assis, e convosco vos glorifiquem eternamente.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Todos respondem:

Amém.

29. Logo depois, conforme a ordem, cada professo aproxima-se novamente do Santo Padre e saúda-o com o ósculo da paz. Então o Santo Padre diz:

Confirmamos que sois membros desta família, para que, a partir de agora, façais perpétua comunidade de vida.

O professo:

Amém!

30. Terminado o rito, o Santo Padre retorna para a Sede. 

SÍMBOLO
(Niceno-constantinopolitano)

31. Logo após, canta-se o símbolo.

32. Omite-se a oração dos fiéis.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

33. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

34. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

35. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

36. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

37. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

38. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.

39. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Santo Padre e o povo.

40. Em seguida, o Santo Padre,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

41. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

42. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;

Senhor, ao celebrarmos os divinos mistérios, nós vos pedimos que o Espírito Santo infunda em nós aquela luz da fé que iluminou o apóstolo São Paulo para proclamar sempre a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO
(Prefácio dos Apóstolos I)

43. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:

Dóminus vobíscum.

O povo responde: 

Et cum spíritu tuo.

Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:

Sursum corda.

O povo:

Habémus ad Dóminum.

O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:

Grátias agámus Dómino Deo nostro.

O povo:

Dignum et iustum est.

O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso.

Pastor eterno, vós nunca abandonais o vosso rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos vossos santos Apóstolos, para que ele seja conduzido por aqueles mesmos pastores que colocastes à sua frente como representantes do vosso Filho.

Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz.

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

44. Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

45. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e  o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

Une as mãos.

que nos mandou celebrar estes mistérios

46. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Ipse enim in qua nocte tradebátur

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accépit panem et tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis, dicens:

inclina-se levemente

ACCÍPITE ET MANDUCÁTE EX HOC 
OMNES: HOC EST ENIM CORPUS MEUM, 
QUOD PRO VOBIS TRADÉTUR. 

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

47. Então prossegue:

Símili modo, postquam cenátum est,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accípiens cálicem, et tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis, dicens:

inclina-se levemente

ACCÍPITE ET BÍBITE EX EO OMNES: HIC
EST ENIM CALIX SÁNGUINIS MEI NOVI
ET ÆTÉRNI TESTAMÉNTI, QUI PRO
VOBIS ET PRO MULTIS EFFUNDÉTUR IN
REMISSIÓNEM PECCATÓRUM.
HOC FÁCITE IN MEAM
COMMEMORATIÓNEM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

48. Em seguida, diz:

Mystérium fídei.

A assembleia aclama:

Mortem tuam annuntiámus, Dómine, et tuam resurrectiónem confitémur, donec vénias.

49. Santo Padre, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, Santa Áurea e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo o Papa Bento, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos.

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

50. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.

A assembleia aclama:

Amen.

RITO DA COMUNHÃO

51. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:

Præcéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:

Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

52. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Santo Padre une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

53. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O Santo Padre une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

54. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pax Dómini sit semper vobíscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.
 
55. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
56. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

57. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.

58. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccáta mundi. Beáti qui ad cenam Agni vocáti sunt.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Dómine, non sum dignus, ut intres sub téctum meum, sed tantum dic verbo, et sanábitur ánima mea.

59. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.

60. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.

61. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

62. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Senhor nosso Deus, o sacramento que recebemos faça crescer em nós o ardor da caridade que inflamou com zelo incansável o apóstolo São Paulo e o levou a permanecer firme na solicitude por todas as Igrejas. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

RITOS FINAIS

ORAÇÃO PELO SÍNODO

63. Reza-se, nesse momento, a Oração pelo Sínodo:

Dios, nuestro Padre, que, al adoptarnos como hijos, nos hiciste hermanos unos de otros en Cristo Jesús, conduce a la familia humana en la unidad, mientras peregrinamos en esta tierra. Porque nos hiciste peregrinos, oh Padre, también nos enviaste tu Espíritu para orientar y discernir, para iluminar y hacernos progresar. Y cuando, en nombre de tu Hijo, nos reunimos para caminar juntos, nos das la certeza de que también estás caminando con nosotros. Te pedimos, oh Padre: vuelve hacia nosotros tu rostro e ilumínanos en este tiempo de sinodalidad, para que, fortalecidos por tu Espíritu, en la escucha, en el silencio y en el diálogo, seamos testigos de tu amor que se manifiesta en nosotros. Por nuestro Señor Jesucristo, tu Hijo, que vive y reina contigo en la unidad del Espíritu Santo, y es Dios, por los siglos de los siglos.

Todos respondem:

Amén!

BÊNÇÃO FINAL

64. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo. 

65. Na Missa pontifical, o Santo Padre, estendendo as mãos, diz:

Dóminus vobíscum.

Todos respondem:

Et cum spíritu tuo.

66. O diácono ou, na falta dele, o próprio Santo Padre faz o convite: Inclinai-vos para receber a bênção ou o exprime com outras palavras. Em seguida, o Santo Padre, estendendo as mãos sobre o povo, reza a oração à qual todos respondem: Amém.

O Santo Padre diz:
Deus, que vos firmou na fé apostólica, vos abençoe pelos gloriosos méritos e pela intercessão do santo apóstolo Paulo.

Todos respondem:

Amém!

O Santo Padre continua:

Aquele que vos quis instruir pela doutrina e pelo exemplo dos Apóstolos vos torne, por sua proteção, testemunhas da verdade para todos.

Todos respondem:

Amém!

O Santo Padre:

Pela intercessão dos Apóstolos, que vos deram, por sua pregação, a firmeza da fé, possais alcançar a herança eterna

Todos respondem:

Amém!

O Santo Padre:

Sit Nomen Dómini benedictum.

Todos respondem:

Ex hoc nunc et usque in saéculum.

O Santo Padre:

Adjutórium nostrum in nómine Dómini.

Todos:

Qui fecit caelum et terram. seja o nome do Senhor.

Então o Santo Padre diz:

Et benedictio Dei omnipotentis, Patris  et Filii  et Spiritus  Sancti descendat super vos et maneat semper.

Todos:

Amen.

67. Depois, o diácono ou o próprio Santo Padre diz ao povo, de mãos unidas:

Ite, missa est.

O povo responde. 

Deo grátias.

68. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana.

69. Depois, como no início todos se retiram.