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Corações reconciliados, humanidade renovada! #CF2026

Livreto Celebrativo | Abertura do Sínodo dos Bispos

 

CAPELA PAPAL

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 BATISMO DO SENHOR
SOLENIDADE

SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
PRESIDIDA PELO SANTO PADRE
BENTO VIII

BASÍLICA DE SÃO PEDRO, NO VATICANO
XI.I.MMXXVI

ABERTURA DO SÍNODO DOS BISPOS

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SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
DO DIA SANTO DO
 NATAL DO SENHOR

BASÍLICA DE SÃO PAULO FORA DOS MUROS
XXV.XII.MMXXV

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RITOS INICIAIS

SAUDAÇÃO

1. Reunido o povo, o Santo Padre dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, o Santo Padre e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Santo Padre, voltado para o povo, diz:

In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.

O povo responde:

Amen.

2. Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo:

Pax vobis.

O povo responde:

Et cum spiritu tuo.

ATO PENITENCIAL

3. O Santo Padre convida os fiéis ao ato penitencial.

No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O Santo Padre:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

HINO DE LOUVOR

Em seguida, canta-se o Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o Santo Padre diz:

Oremos.

E todos oram com o Santo Padre, por algum tempo, em silêncio.

Então o Santo Padre, de braços abertos, reza a oração coleta;

Deus eterno e todo-poderoso, que, tendo sido o Cristo batizado no rio Jordão,e descendo sobre ele o Espírito Santo, o declarastes solenemente vosso dileto Filho, concedei aos vossos filhos adotivos, renascidos da água e do Espírito Santo, perseverar constantemente em vosso amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 42,1-4.6-7)

Eis o meu servo: nele se compraz minh'alma.

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura do Livro do Profeta Isaías Assim fala o Senhor: “Eis o meu servo - eu o recebo; eis o meu eleito - nele se compraz minh'alma; pus meu espírito sobre ele, ele promoverá o julgamento das nações. Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas. Não quebra uma cana rachada
nem apaga um pavio que ainda fumega; mas promoverá o julgamento para obter a verdade. Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra; os países distantes esperam seus ensinamentos. Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como o centro de aliança do povo, luz das nações, para abrires os olhos dos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas.”

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Verbum Dómini.

Todos respondem:

Deo grátias.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 28,1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R.11b))

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R. Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

SEGUNDA LEITURA
(At 10,34-38)

Foi ungido por Deus com o Espírito Santo.

8. A segunda leitura, o leitor a proclama do ambão como descrito acima.

Lectura de los Hechos de los Apóstoles. Pedro, tomando la palabra, dijo: Verdaderamente, comprendo que Dios no hace acepción de personas, y que en cualquier nación, todo el que lo teme y practica la justicia es agradable a Él. Él envió su Palabra al pueblo de Israel, anunciándoles la Buena Noticia de la paz por medio de Jesucristo, que es el Señor de todos. Ustedes ya saben qué ha ocurrido en toda Judea, comenzando por Galilea, después del bautismo que predicaba Juan: cómo Dios ungió a Jesús de Nazaret con el Espíritu Santo, llenándolo de poder. Él pasó haciendo el bien y sanando a todos los que habían caído en poder del demonio, porque Dios estaba con Él.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Verbum Dómini.

Todos respondem:

Deo grátias.

EVANGELHO
(Mt 3,13-17)

9. Segue-se o canto de aclamação.

10. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Santo Padre diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Dóminus vobíscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.

O diácono diz:

 Léctio sancti Evangélii secúndum Matthaeum.

O povo responde:

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, 13 Jesus veio da Galileia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João e ser batizado por ele. 14 Mas João protestou, dizendo: "Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?" 15 Jesus, porém, respondeu-lhe: "Por enquanto deixa como está, porque nós devemos cumprir toda a justiça!" E João concordou. 16 Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água. Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e vindo pousar sobre ele. 17 E do céu veio uma voz que dizia: "Este é o meu Filho amado, no qual eu pus o meu agrado".

12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Verbum Dómini.

O povo responde:

Laus tibi, Christe.

13. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.

HOMILIA

14. Em seguida, faz-se a homilia.

SÍMBOLO
(Niceno-constantinopolitano)

15. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.

Irmãos caríssimos, reunidos como Igreja convocada pelo Espírito Santo para caminhar em comunhão, elevemos a Deus nossas súplicas, confiando-lhe o caminho sinodal que hoje se inicia.

R. Dominum deprecemur: te rogamus, audi nos.

 Por la santa Iglesia de Dios, peregrina entre los pueblos, para que, fiel al Evangelio y dócil al Espíritu Santo, viva y testimonie la comunión, superando toda división y siendo signo de unidad para el mundo.

 Por el Santo Padre, sucesor de Pedro, por los Padres Sinodales y por todos aquellos que participan en esta Asamblea Sinodal, para que, en la escucha mutua y en el discernimiento comunitario, se dejen conducir por el Espíritu de la verdad y de la paz.

 Por los pueblos de la tierra, especialmente por aquellos que viven marcados por la guerra, la violencia, la exclusión y la pobreza, para que encuentren en la Iglesia un espacio de acogida, diálogo y reconciliación.

 Por todos los bautizados, para que redescubran la alegría de caminar juntos, en la corresponsabilidad y en la participación activa en la vida y en la misión de la Iglesia.

 Por nuestras comunidades cristianas, para que, fortalecidas por la Palabra, crezcan en la fraternidad, en la escucha atenta de la Palabra y en el servicio generoso, convirtiéndose en verdaderas escuelas de comunión.

O Santo Padre conclui dizendo:

Deus da comunhão e da unidade, acolhei as preces que, confiantes, vos apresentamos no início deste caminho sinodal. Conduzi a vossa Igreja para que, reunida em um só coração e uma só alma, seja sinal vivo do vosso amor no meio dos povos. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:

Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

19. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

21. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

22. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.

23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Santo Padre e o povo.

24. Em seguida, o Santo Padre,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

26. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;

Recebei, Senhor, as oferendas que vos apresentamos no dia em que revelastes vosso Filho, para que a oblação dos vossos fiéis se torne o sacrifício daquele que, em sua misericórdia, quis lavar os pecados do mundo. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO
(O Batismo do Senhor)

27. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:

Dóminus vobíscum.

O povo responde: 

Et cum spíritu tuo.

Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:

Sursum corda.

O povo:

Habémus ad Dóminum.

O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:

Grátias agámus Dómino Deo nostro.

O povo:

Dignum et iustum est.

O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Hoje, nas águas do rio Jordão, revelais o novo Batismo com sinais admiráveis: pela voz descida do céu, fazeis o mundo acreditar que vosso Verbo habita entre os seres humanos; e, pelo Espírito Santo, descendo em forma de pomba, fazeis saber que vosso Servo, Jesus Cristo, foi ungido com o óleo da alegria e enviado para evangelizar os pobres. Por isso, hoje e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos do céu, e proclamamos na terra a vossa glória, cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA - I
(Cânon Romano)

28. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

que aceiteis e abençoeis  estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,

de braços abertos, prossegue:

que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão comigo, vosso indigno servo, a quem quiseste colocar à frente da tua Igreja, e com todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

29. Memento dos vivos.

C1 Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos servos e servas

une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.

De braços abertos, prossegue:

e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

30. “Infra actionem”.

C2 Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o glorioso dia em que o Senhor Jesus venceu a morte e nos tornou participantes de sua vida imortal. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

31. O Santo Padre, com os braços abertos, continua:

Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

32. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Une as mãos.

33. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Qui, prídie quam paterétur,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accépit panem in sanctas ac venerábiles manus suas,

eleva os olhos,

et elevátis óculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipoténtem, tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis:

inclina-se levemente

ACCÍPITE ET MANDUCÁTE EX HOC 
OMNES: HOC EST ENIM CORPUS MEUM, 
QUOD PRO VOBIS TRADÉTUR. 

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

34. Então prossegue:

Símili modo, postquam cenátum est,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accípiens et hunc præclárum cálicem in sanctas ac venerábiles manus suas, item tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis:

inclina-se levemente

ACCÍPITE ET BÍBITE EX EO OMNES: HIC
EST ENIM CALIX SÁNGUINIS MEI NOVI
ET ÆTÉRNI TESTAMÉNTI, QUI PRO
VOBIS ET PRO MULTIS EFFUNDÉTUR IN
REMISSIÓNEM PECCATÓRUM.
HOC FÁCITE IN MEAM
COMMEMORATIÓNEM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

35. Em seguida, diz:

Mystérium fídei.

A assembleia aclama:

Mortem tuam annuntiámus, Dómine, et tuam resurrectiónem confitémur, donec vénias!

36. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.

37. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

38. Une as mãos e, inclinando-se, diz:

Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,

ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:

sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

39. Memento dos mortos.

C3 Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.

Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.

De braços abertos, prossegue:

A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

40. Bate no peito, dizendo:

C4 E a todos nós pecadores,

e, de braços abertos, prossegue:

que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. 

41. E o Santo Padre prossegue:

CP Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

42. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.

A assembleia aclama:

Amen.

RITO DA COMUNHÃO

43. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:

Præcéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:

Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

44. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Santo Padre une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

45. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O Santo Padre une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

46. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pax Dómini sit semper vobíscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.
 
47. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
48. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

49. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.

50. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccáta mundi. Beáti qui ad cenam Agni vocáti sunt.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Dómine, non sum dignus, ut intres sub téctum meum, sed tantum dic verbo, et sanábitur ánima mea.

51. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.

52. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.

53. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Nutridos pela vossa Palavra, suplicamos humildemente, Senhor, a vossa clemência, para que, ouvindo fielmente o vosso Filho Unigênito, sejamos chamados filhos de Deus, e o sejamos de fato. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO PARA ABERTURA DO SÍNODO

55. Logo após a Oração depois da comunhão, o Santo Padre profere a oração de bênção para abertura do Sínodo. De pé, sem mitra e voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração;

Deus eterno e todo-poderoso, Pai da comunhão e fonte de toda unidade, nós vos louvamos e bendizemos, porque chamais povos e nações a formarem um só corpo em Cristo e, pela ação do Espírito Santo, fazeis da vossa Igreja um sinal vivo de comunhão para o mundo; olhai com bondade para esta Assembleia Sinodal, convocada para a comunhão dos povos, para que todos sejam um, e concedei aos vossos filhos e filhas a graça de caminhar juntos, com um só coração e uma só alma, na escuta fiel da vossa Palavra, no discernimento humilde da vossa vontade e na corresponsabilidade fraterna na missão; derramai sobre nós o Espírito de sabedoria e de unidade, para que, superando divisões, feridas e indiferenças, saibamos testemunhar ao mundo a força reconciliadora do Evangelho e produzir frutos abundantes de justiça, paz e esperança. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

56. Depois, fazem-se as comunicações ao povo. 

BÊNÇÃO FINAL

57. Na Missa pontifical, o Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

Dóminus vobíscum.

Todos respondem:

Et cum spíritu tuo.

O Santo Padre diz:

Sit Nomen Dómini benedictum.

Todos respondem:

Ex hoc nunc et usque in saéculum.

O Santo Padre:

Adjutórium nostrum in nómine Dómini.

Todos:

Qui fecit caelum et terram. seja o nome do Senhor.

Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:

Benedicta vos omnipotens Deus, Pater  et Fílius  et Spiritus  Sanctus.

Todos:

Amen.

58. Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:

Ite, missa est.

O povo responde. 

Deo grátias.

59. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana Ó Mãe do Redentor (Alma Redemptoris Mater).

60. Depois, como no início todos se retiram.