Este site não pertence à Igreja Católica na realidade. Somos uma representação dela em um jogo virtual conhecido como Minecraft.

SÍNODO PARA A COMUNHÃO DOS POVOS: P/ QUE TODOS SEJAM UM!

Livreto Litúrgico | Noite do Natal do Senhor


SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
DA NOITE SANTA DO
 NATAL DO SENHOR

BASÍLICA DE SÃO PEDRO, NO VATICANO
XXIV.XII.MMXXV

—————————–————

RITOS INICIAIS

KALENDAS

1. Reunido o povo, o presidente dirige-se à feente da do Altar da Confissão com os ministros, durante o canto. Chegando, permanece aí até o fim do canto.

Em seguida um ministro idonêo, canta, do ambão, as Kalendas.

Oitavo dia antes das Calendas de janeiro. Lua quinta. Transcorridos muitos séculos desde a criação do mundo, quando no princípio Deus criou o céu e a terra e formou o homem à sua imagem; depois de muitos séculos desde que, após o dilúvio, o Altíssimo pusera entre as nuvens o arco, sinal de aliança e de paz; vinte e um séculos depois que Abraão, nosso pai na fé, migrou da terra de Ur dos Caldeus; treze séculos depois da saída do povo de Israel do Egito, conduzido por Moisés; cerca de mil anos depois da unção real de Davi; na sexagésima quinta semana segundo a profecia de Daniel; durante a Olimpíada centésima nonagésima quarta; no ano setecentos e cinquenta e dois da fundação de Roma; no quadragésimo segundo ano do império de César Otaviano Augusto, quando a paz reinava em toda a terra, Jesus Cristo, Deus Eterno e Filho do Eterno Pai, querendo santificar o mundo com o seu piíssimo advento, concebido pelo Espírito Santo, decorridos nove meses após a sua concepção, nasceu em Belém de Judá, da Virgem Maria, feito homem: Natividade de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a carne.

Concluídas as Kalendas, o presidente, de mitra, dirige-se à manjedoura. Em seguida, desnuda o Menino Jesus e o venera com um ósculo. Depois, põe incenso no turíbulo e, sem mitra, incensa-o.

Enquanto isso, tocam-se os sinos e se canta um canto natalino festivo.

Em seguida, vai em procissão ao altar, beija-o em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o presidente, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

2. Em seguida, o presidente, abrindo os braços, saúda o povo:

A paz esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

ATO PENITENCIAL

3. O presidente convida os fiéis ao ato penitencial.

Irmãos, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o presidente diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O presidente:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

HINO DE LOUVOR

Em seguida, canta-se o Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o presidente diz:

Oremos.

E todos oram com o presidente, por algum tempo, em silêncio.

Então o presidente, de braços abertos, reza a oração da coleta;

Ó Deus, que fizestes resplandecer esta noite santíssima com a claridade da verdadeira luz, concedei que, tendo conhecido na terra este mistério, possamos também participar da sua glória no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 9, 1-6)

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura do Livro do Profeta Isaías. O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu. Fizeste crescer a alegria e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença, como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos. Pois o jugo que oprimia o povo — a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais — tu os abateste como na jornada de Madiã. Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas. Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da paz. Grande será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar estas coisas.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 95(96))

7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

SEGUNDA LEITURA
(Tt 2,11-14)

8. A segunda leitura, o leitor a proclama do ambão como descrito acima.

Leitura da Carta de São Paulo a Tito.
Caríssimo: A graça de Deus se manifestou trazendo salvação para todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com equilíbrio, justiça e piedade, aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós, para nos resgatar de toda maldade e purificar para si um povo que lhe pertença e que se dedique a praticar o bem.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

EVANGELHO
(Lc 2, 1-14)

9. Segue-se o canto de aclamação.

10. Enquanto isso, o presidente, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do presidente, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O presidente diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

O diácono diz:

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Aconteceu que naqueles dias, César Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra. Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal. Por ser da família e descendência de Davi, José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, até a cidade de Davi, chamada Belém, na Judeia, para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria. Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do seu rebanho. Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. O anjo, porém, disse aos pastores: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”. E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da corte celeste. Cantavam louvores a Deus, dizendo: “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”.

12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Palavra da Salvação.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor

13. Depois leva o livro ao presidente, que beija o livro e abençoa os fiéis.

HOMILIA

14. Em seguida, faz-se a homilia.

SÍMBOLO
(Niceno-constantinopolitano)

15. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.

Irmãs e irmãos, nesta noite santa em que celebramos o nascimento do Salvador, apresentemos ao Pai nossas súplicas confiantes, dizendo juntos: Senhor, escutai a nossa prece!

 Iluminai, Senhor, a vossa Igreja presente em Minecraft, para que, como os anjos, anuncie com alegria a boa-nova da salvação, sobretudo aos jovens e mais necessitados. Rezemos:

— Inspirai, Senhor, os governantes das nações, para que promovam caminhos de paz, justiça e fraternidade. Rezemos:

 Confortai, Senhor, os que vivem nas trevas da solidão, do medo e do sofrimento, para que encontrem em Cristo a luz da esperança. Rezemos:

 Abençoai, Senhor, as famílias, para que, reunidas nesta noite, sejam sinais vivos do vosso amor no mundo. Rezemos:

 Fortalecei, Senhor, nossa Igreja particular de N., para que, como os pastores de Belém, saiba reconhecer e acolher com simplicidade o Menino Deus. Rezemos:

O presidente conclui dizendo:

Pai de bondade, que nesta noite nos destes vosso Filho como Luz do mundo, escutai as nossas súplicas e tornai-nos testemunhas do vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:

Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

19. O presidente, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

21. Em seguida, o presidente recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

22. Em seguida o presidente, profundamente inclinado, reza em silêncio.

23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o presidente e o povo.

24. Em seguida, o presidente,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o presidente estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

26. Em seguida, abrindo os braços, o presidente reza a oração sobre as oferendas;

Senhor, seja do vosso agrado a oferenda da festa de hoje e, por este admirável intercâmbio, dai-nos participar da divindade do vosso Filho que elevou à comunhão convosco a nossa humanidade. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO
(Cristo Luz)

27. Começando a Oração Eucarística, o presidente abre os braços e diz:

O Senhor esteja conosco.

O povo responde: 

E com teu espírito.

Erguendo as mãos, o presidente prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O presidente, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O presidente, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. No mistério da encarnação de vosso Filho, nova luz da vossa glória brilhou para nós. E, reconhecendo a Jesus como Deus visível a nossos olhos, aprendemos a amar nele a divindade que não vemos. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA - I
(Cânon Romano)

28. O presidente, de braços abertos, diz:

CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

que aceiteis e abençoeis  estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,

de braços abertos, prossegue:

que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão comigo, vosso indigno servo, e com todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

29. Memento dos vivos.

C1 Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos servos e servas

une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.

De braços abertos, prossegue:

e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

30. “Infra actionem”.

C2 Em comunhão com toda a Igreja, celebramos a noite santíssima em que Maria, intacta em sua virgindade, deu à luz o Salvador do mundo. Veneramos em primeiro lugar a memória da mesma Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Mariaa de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

31. O presidente, com os braços abertos, continua:

Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

32. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Une as mãos.

33. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na véspera de sua paixão,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,

eleva os olhos,

elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO,
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. 

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

34. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

35. Em seguida, diz:

Mistério da Fé.

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

36. O presidente, de braços abertos, diz:

CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.

37. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

38. Une as mãos e, inclinando-se, diz:

Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,

ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:

sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

39. Memento dos mortos.

C3 Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.

Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.

De braços abertos, prossegue:

A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

40. Bate no peito, dizendo:

C4 E a todos nós pecadores,

e, de braços abertos, prossegue:

que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. 

41. E o presidente prossegue:

CP Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

42. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amém.

RITO DA COMUNHÃO

43. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o presidente diz, de mãos unidas:

Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O presidente abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

44. O presidente prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O presidente une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

45. O presidente, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O presidente une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

46. O presidente, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre covosco.

O povo responde:

E com teu espírito.
 
47. Em seguida, o presidente parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
48. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

49. Em seguida, o presidente, de mãos unidas, reza em silêncio.

50. O presidente faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

51. Enquanto o presidente comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

52. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

53. Então o presidente pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o presidente, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o presidente, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o presidente, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Senhor nosso Deus, ao celebrarmos com alegria o Natal do nosso Redentor, dai-nos alcançar por uma vida santa seu eterno convívio. Por Cristo, nosso Senhor. 

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

55. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo. 

56. Na Missa pontifical, o presidente recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

O Senhor esteja convosco.

Todos respondem:

E com teu espírito.

57. Em seguida, o presidente estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção e, ao terminar, todos aclamam: Amém.

O Deus de infinita bondade, que, pela encarnação do seu Filho, expulsou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, transfigurou esta noite santíssima expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes. R.

Aquele que anunciou aos pastores pelo Anjo a grande alegria do nascimento do Salvador faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho. R.
Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste. R.

O presidente diz:

Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

Agora e para sempre.

O presidente:

Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos:

Que fez o céu e a terra.

Então o presidente recebe a férula, e diz:

E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho  e Espírito ✠ Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

Todos:

Amém.

57. De modo a ocorrer outra ação litúrgica, omite-se a despedida.

58. Então o presidente beija o altar em sinal de veneração, como no início.

ENTRONIZAÇÃO NO PRESÉPIO

59. Em seguida, um diácono toma consigo a imagem do Menino Jesus e segue em procissão ao presépio. Enquanto isso, canta-se um hino apropriado.

60. Chegando ao presépio, o diácono entroniza a imagem do Menino Jesus e o presidente, após por incenso no turíbulo, incensa-o.

61. Depois, o diácono despede o povo, de mãos unidas:

A Missa acabou. Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.

O povo responde:

Graças a Deus.

62. Por fim, todos se retiram em procissão final.