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Corações reconciliados, humanidade renovada! #CF2026

Decreto de Demissão | Persona non Grata | Dicastério para o Clero

  

Prot. N.º 057/2026

DECRETO DE DEMISSÃO

Aos que a este lerem, graça e paz da parte de
Deus, o Pai, e de Jesus, nosso Senhor.

1. O Dicastério para o Clero, no exercício de suas competências próprias e por mandato do Romano Pontífice (ex mandato Summi Pontificis), tendo em vista a tutela da disciplina eclesiástica, o bem das almas e a integridade do ministério ordenado;

CONSIDERANDO que o Revmo. Pe. Ian Carlos Oliveira Barros, legitimamente ordenado presbítero e anteriormente readmitido ao estado clerical por concessão extraordinária da Sé Apostólica, recebeu expressa admoestação formal quanto à natureza definitiva e última da referida concessão;

CONSIDERANDO que, não obstante a benevolência e a misericórdia pastoral da Igreja, o referido sacerdote incorreu novamente em faltas graves, caracterizadas por conduta incompatível com o estado clerical, desobediência contumaz e escândalo público;

CONSIDERANDO que tais fatos foram devidamente apurados segundo o direito, assegurando-se ao interessado o exercício do contraditório e da ampla defesa, conforme as normas canônicas vigentes;

CONSIDERANDO que a persistência na conduta reprovável evidencia ausência de emenda de vida e idoneidade para o exercício do ministério sacerdotal;

CONSIDERANDO que compete à Sé Apostólica, nos casos reservados, impor a pena de demissão do estado clerical;

DECRETA

Art. 1º – Impõe-se ao Revmo. Pe. Ian Carlos Oliveira Barros a pena de demissão do estado clerical, nos termos do direito canônico, com a consequente perda dos direitos e deveres próprios do estado clerical, sem prejuízo das obrigações que, por sua natureza, permanecem.

Art. 2º – Dos Efeitos Jurídicos

§1. O referido clérigo perde todos os ofícios, encargos e faculdades eclesiásticas.

§2. Fica proibido de exercer o poder de ordem, salvo nos casos previstos pelo direito.

§3. Fica privado de quaisquer títulos, prerrogativas e distinções próprias do clero.

Art. 3º – Declara-se o referido indivíduo definitivamente inidôneo para o exercício do ministério eclesiástico, em razão da gravidade e reiteração das faltas cometidas.

Art. 4º – Estabelece-se que, no presente caso, não será admitida nova súplica de reabilitação ao estado clerical, tendo em vista:

  • I. a natureza excepcional da concessão anteriormente outorgada;
  • II. a reincidência grave após admoestação formal;
  • III. a necessidade de salvaguardar o bem comum da Igreja e a credibilidade do ministério.

Art. 5º – Para efeitos pastorais, administrativos e disciplinares, declara-se que o referido indivíduo deve ser tido, em todo o âmbito da Igreja, como persona non grata, isto é:

  • I. não admitido ao exercício de quaisquer funções, encargos ou colaborações pastorais;
  • II. não autorizado a atuar em nome da Igreja ou apresentar-se como seu legítimo ministro;
  • III. desprovido de confiança institucional para qualquer forma de atuação eclesial pública.

Art. 6º – A presente declaração possui caráter administrativo e prudencial, complementando as disposições penais, e visa prevenir escândalo, confusão entre os fiéis e danos à comunhão eclesial.

Art. 7º – Compete aos Ordinários de todo o mundo dar fiel execução ao presente Decreto, adotando as medidas necessárias para garantir sua observância.

Art. 8º – O presente Decreto entra em vigor na data de sua legítima notificação, sem prejuízo do direito de recurso nos termos do direito universal, excetuada a matéria expressamente declarada como definitiva.

Dado na Sede dos Escritórios do Dicastério para o Clero,
aos 06 dias do mês de maio de 2026.



† Lucas Henrique Lorscheider EP-M
Præfectus
 
† Miguel Bordin
Secretarius 



[ES]


Prot. N.º 057/2026

DECRETO DE DIMISIÓN

A quienes lean este documento, gracias y paz de parte de Dios Padre y de jesús, nuestro Señor.


1. El Dicasterio para el Clero, en el ejercicio de sus competencias propias y por mandato del Sumo Pontífice (ex mandato Summi Pontificis), teniendo en cuenta la tutela de la disciplina eclesiástica, el bien de las almas y la integridad del ministerio ordenado;


CONSIDERANDO que el Rev.do Pe. Ian Carlos Oliveira Barros, legítimamente ordenado presbítero y anteriormente readmitido al estado clerical por concesión extraordinaria de la Sede Apostólica, recibió expresa amonestación formal sobre el carácter definitivo y último de dicha concesión;

CONSIDERANDO que, no obstante la benevolencia y la misericordia pastoral de la Iglesia, el referido sacerdote incurrió nuevamente en faltas graves, caracterizadas por conducta incompatible con el estado clerical, desobediencia contumaz y escándalo público;

CONSIDERANDO que tales hechos fueron debidamente investigados conforme al derecho, garantizándose al interesado el ejercicio del contradictorio y de la legítima defensa, según las normas canónicas vigentes;

CONSIDERANDO que la persistencia en la conducta reprobable evidencia ausencia de enmienda de vida e inidoneidad para el ejercicio del ministerio sacerdotal;

CONSIDERANDO que compete a la Sede Apostólica, en los casos reservados, imponer la pena de dimisión del estado clerical;

DECRETA

Art. 1º – Se impone al Rev.do Pe. Ian Carlos Oliveira Barros la pena de dimisión del estado clerical, conforme al derecho canónico, con la consiguiente pérdida de los derechos y deberes propios del estado clerical, sin perjuicio de las obligaciones que, por su naturaleza, permanecen.

Art. 2º – De los Efectos Jurídicos

§1. El referido clérigo pierde todos los oficios, encargos y facultades eclesiásticas.

§2. Queda prohibido ejercer el poder de orden, salvo en los casos previstos por el derecho.

§3. Queda privado de cualesquiera títulos, prerrogativas y distinciones propias del clero.

Art. 3º – Se declara al referido individuo definitivamente no idóneo para el ejercicio del ministerio eclesiástico, en razón de la gravedad y reiteración de las faltas cometidas.

Art. 4º – Se establece que, en el presente caso, no será admitida una nueva súplica de rehabilitación al estado clerical, en atención a:
  • I. la naturaleza excepcional de la concesión anteriormente otorgada;
  • II. la reincidencia grave tras amonestación formal;
  • III. la necesidad de salvaguardar el bien común de la Iglesia y la credibilidad del ministerio.
Art. 5º – Para efectos pastorales, administrativos y disciplinarios, se declara que el referido individuo debe ser tenido, en todo el ámbito de la Iglesia, como persona non grata, es decir:
  • I. no admitido al ejercicio de cualesquiera funciones, encargos o colaboraciones pastorales;
  • II. no autorizado a actuar en nombre de la Iglesia ni a presentarse como su legítimo ministro;
  • III. desprovisto de confianza institucional para cualquier forma de actuación eclesial pública.
Art. 6º – La presente declaración tiene carácter administrativo y prudencial, complementando las disposiciones penales, y tiene por finalidad prevenir el escándalo, la confusión entre los fieles y los daños a la comunión eclesial.

Art. 7º – Corresponde a los Ordinarios de todo el mundo dar fiel ejecución al presente Decreto, adoptando las medidas necesarias para garantizar su observancia.

Art. 8º – El presente Decreto entra en vigor en la fecha de su legítima notificación, sin perjuicio del derecho de recurso conforme al derecho universal, exceptuada la materia expresamente declarada como definitiva.

Dado en la Sede de las Oficinas del Dicasterio para el Clero,
a los 06 días del mes de mayo del año 2026.


† Lucas Henrique Lorscheider EP-M
Præfectus
 
† Miguel Bordin
Secretarius