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Corações reconciliados, humanidade renovada! #CF2026

Seminário Litúrgico | V Domingo da Quaresma


SEMANÁRIO LITÚRGICO-CATEQUÉTICO
V DOMINGO DA QUARESMA - ANO A

22.03.2026

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
(A mim, ó Deus, Fazei Justiça - Pe. Silvio Milanez)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

A MIM, Ó DEUS, FAZEI JUSTIÇA
DEFENDEI A MINHA CAUSA
CONTRA A GENTE SEM PIEDADE;
DO HOMEM PERVERSO E TRAIDOR,
LIBERTAI-ME, PORQUE SOIS,
Ó DEUS, O MEU SOCORRO.

ENVIAI VOSSA LUZ, VOSSA VERDADE:
ELAS SERÃO O MEU GUIA;
QUE ME LEVEM AO VOSSO MONTE SANTO,
ATÉ A VOSSA MORADA!

ENTÃO IREI AOS ALTARES DO SENHOR,
DEUS DA MINHA ALEGRIA.
VOSSO LOUVOR CANTAREI, AO SOM DA HARPA,
MEU SENHOR E MEU DEUS!

POR QUE TE ENTRISTECES, MINH’ALMA,
A GEMER NO MEU PEITO?
ESPERA EM DEUS! LOUVAREI NOVAMENTE
O MEU DEUS SALVADOR!

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Sl 42, 1-2)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Fazei justiça, ó Deus, e defendei-me contra a gente impiedosa; do homem perverso e mentiroso libertai-me, ó Senhor! Sois vós o meu Deus e meu refúgio. 

SAUDAÇÃO INICIAL

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.



ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

℣.: Senhor, que na água e no Espírito nos regenerastes à vossa imagem, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, Senhor, tende piedade de nós! 
℣.: Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, Cristo, tende piedade de nós! 
℣.: Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, Senhor, tende piedade de nós! 

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DA COLETA
(Silêncio)

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Senhor nosso Deus, dai-nos por vossa graça caminhar com alegria na mesma caridade que levou o vosso Filho a entregar-se à morte no seu amor pelo mundo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Ez 37,12-14)

Leitor: Leitura da Profecia de Ezequiel 
Assim fala o Senhor Deus: Ó meu povo, vou abrir as vossas sepulturas e conduzir-vos para a terra de Israel; e quando eu abrir as vossas sepulturas e vos fizer sair delas, sabereis que eu sou o Senhor. Porei em vós o meu espírito, para que vivais e vos colocarei em vossa terra. Então sabereis que eu, o Senhor, digo e faço – oráculo do Senhor'.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 129(130),1-2.3-4ab.5-6.7-8 (R. 7))

℟. NO SENHOR TODA GRAÇA E REDENÇÃO 

 Das profundezas eu clamo a vós, Senhor, escutai a minha voz! Vossos ouvidos estejam bem atentos ao clamor da minha prece! ℟.

 Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão, eu vos temo e em vós espero. ℟.

 No Senhor ponho a minha esperança, espero em sua palavra. A minh'alma espera no Senhor mais que o vigia pela aurora. ℟.

 Espere Israel pelo Senhor, mais que o vigia pela aurora!
Pois no Senhor se encontra toda graça e copiosa redenção. ℟.

 Ele vem libertar a Israel de toda a sua culpa. ℟.

SEGUNDA LEITURA
(Rm 8,8-11)

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 
Irmãos: Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus. Vós não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o Espírito de Deus mora em vós. Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. Se, porém, Cristo está em vós, embora vosso corpo esteja ferido de morte por causa do pecado, vosso espírito está cheio de vida, graças à justiça. E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos mora em vós, então aquele que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais por meio do seu Espírito que mora em vós.
Leitor: Palavra do Senhor. 
℟.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO,
VERBO DE DEUS.
GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO,
VERBO DE DEUS.

EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA. 
QUEM CRÊ EM MIM NÃO MORRERÁ ETERNAMENTE 

GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO,
VERBO DE DEUS.
GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO,
VERBO DE DEUS.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.:
 O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
℣.:
 Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho

EVANGELHO
(Mais longo: Jo 11,1-45
Ou, mais Breve: Jo 11,3-7.17.20-27.33b-45)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo: Havia um doente, Lázaro, que era de Betânia, o povoado de Maria e de Marta, sua irmã. Maria era aquela que ungira o Senhor com perfume e enxugara os pés dele com seus cabelos. O irmão dela, Lázaro, é que estava doente. As irmãs mandaram então dizer a Jesus: 'Senhor, aquele que amas está doente.' Ouvindo isto, Jesus disse: 'Esta doença não leva à morte; ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.' Jesus era muito amigo de Marta, de sua irmã Maria e de Lázaro. Quando ouviu que este estava doente, Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava. Então, disse aos discípulos: 'Vamos de novo à Judéia.' Os discípulos disseram-lhe: Mestre, ainda há pouco os judeus queriam apedrejar-te, e agora vais outra vez para lá?' Jesus respondeu: 'O dia não tem doze horas? Se alguém caminha de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo. Mas se alguém caminha de noite, tropeça, porque lhe falta a luz'. Depois acrescentou: 'O nosso amigo Lázaro dorme. Mas eu vou acordá-lo.' Os discípulos disseram: 'Senhor, se ele dorme, vai ficar bom.' Jesus falava da morte de Lázaro, mas os discípulos pensaram que falasse do sono mesmo. Então Jesus disse abertamente: 'Lázaro está morto. Mas por causa de vós, alegro-me por não ter estado lá, para que creiais. Mas vamos para junto dele'. Então Tomé, cujo nome significa Gêmeo, disse aos companheiros: 'Vamos nós também para morrermos com ele'. Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. Betânia ficava a uns três quilômetros de Jerusalém. Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. Então Marta disse a Jesus: 'Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele to concederá.' Respondeu-lhe Jesus: 'Teu irmão ressuscitará.' Disse Marta: 'Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia.' Então Jesus disse: 'Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?' Respondeu ela: 'Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo.' Depois de ter dito isto, ela foi chamar a sua irmã, Maria, dizendo baixinho: 'O Mestre está aí e te chama'. Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi ao encontro de Jesus. Jesus estava ainda fora do povoado, no mesmo lugar onde Marta se tinha encontrado com ele. Os judeus que estavam em casa consolando-a, quando a viram levantar-se depressa e sair,
foram atrás dela, pensando que fosse ao túmulo para ali chorar. Indo para o lugar onde estava Jesus, quando o viu, caiu de joelhos diante dele e disse-lhe: 'Senhor, se tivesses estado aqui, o meu irmão não teria morrido.' Quando Jesus a viu chorar, e também os que estavam com ela, estremeceu interiormente, ficou profundamente comovido, e perguntou: 'Onde o colocastes?' Responderam: 'Vem ver, Senhor.' E Jesus chorou. Então os judeus disseram: 'Vede como ele o amava!' Alguns deles, porém, diziam: 'Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?' De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma caverna, fechada com uma pedra. Disse Jesus: 'Tirai a pedra'! Marta, a irmã do morto, interveio: 'Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias.' Jesus lhe respondeu: 'Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?' Tiraram então a pedra. Jesus levantou os olhos para o alto e disse: 'Pai, eu te dou graças porque me ouviste. Eu sei que sempre me escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que creia que tu me enviaste.' Tendo dito isso, exclamou com voz forte: 'Lázaro, vem para fora!' O morto saiu, atado de mãos e pés com os lençóis mortuários e o rosto coberto com um pano. Então Jesus lhes disse: 'Desatai-o e deixai-o caminhar!' Então, muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele.

Ou, forma breve 

Naquele tempo: As irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: 'Senhor, aquele que amas está doente.' Ouvindo isto, Jesus disse: 'Esta doença não leva à morte; ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.' Jesus era muito amigo de Marta, de sua irmã Maria e de Lázaro. Quando ouviu que este estava doente, Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava. Então, disse aos discípulos: 'Vamos de novo à Judéia.' Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. Então Marta disse a Jesus: 'Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele to concederá.' Respondeu-lhe Jesus: 'Teu irmão ressuscitará.' Disse Marta: 'Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia.' Então Jesus disse: 'Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?' Respondeu ela: 'Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo.' Jesus ficou profundamente comovido e perguntou: 'Onde o colocastes?' Responderam: 'Vem ver, Senhor.' E Jesus chorou. Então os judeus disseram: 'Vede como ele o amava!' Alguns deles, porém, diziam: 'Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?' De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma caverna, fechada com uma pedra. Disse Jesus: 'Tirai a pedra'! Marta, a irmã do morto, interveio: 'Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias.' Jesus lhe respondeu: 'Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?' Tiraram então a pedra. Jesus levantou os olhos para o alto e disse: 'Pai, eu te dou graças porque me ouviste. Eu sei que sempre me escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que creia que tu me enviaste.' Tendo dito isso, exclamou com voz forte: 'Lázaro, vem para fora!' O morto saiu, atado de mãos e pés com os lençóis mortuários e o rosto coberto com um pano. Então Jesus lhes disse: 'Desatai-o e deixai-o caminhar!' Então, muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo dos Apóstolos)

℣.: Professemos a nossa fé:
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Irmãos e irmãs, tendo ouvido a Palavra de Deus que impele à confiança no Senhor, elevemos as nossas preces, dizendo (ou: cantando):
℟.: Kýrie, eléison.

1. Para que o Espírito Santo fortaleça a Igreja com o Papa Bento e os Bispos, a fim de nos confirmarem na fé, oremos.

2. Para que o mundo creia no poder transformador de Cristo que veio para dar a vida, oremos. 

3. Para que os catecúmenos recebam o dom da fé pela qual proclamam que Cristo é a ressurreição e a vida, oremos. 

4. Para que os missionários sejam testemunhas autênticas da glória de Deus, oremos.

5. Para que nós próprios e toda a nossa comunidade, participando na celebração da penitência, nos preparemos para celebrar a Páscoa, oremos. 

Pres.: Visitai, Senhor, com a vossa graça o nosso coração, que deseja uma vida voltada para Vós e enchei-nos com o dom da fé. Por Cristo, nosso Senhor.   
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO
(Sê Bendito)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELOS FRUTOS DAS NOSSAS JORNADAS!
REPARTIDOS NA MESA DO REINO,
ANUNCIAM A PAZ ALMEJADA!

SENHOR DA VIDA,
TU ÉS A NOSSA SALVAÇÃO!
AO PREPARARMOS A TUA MESA,
EM TI BUSCAMOS RESSURREIÇÃO!

SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELOS MARES, OS RIOS E AS FONTES!
NOS RECORDAM A TUA JUSTIÇA,
QUE NOS LEVAM A UM NOVO HORIZONTE!

SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELAS BÊNÇÃOS QUAL CHUVA TORRENTE!
TU FECUNDAS O CHÃO DESTA VIDA
QUE ABRIGA UMA NOVA SEMENTE!

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Ouvi-nos, Deus todo-poderoso, e concedei que vossos fiéis, impregnados dos ensinamentos da fé cristã, sejam purificados pela ação deste sacrifício. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO
Lázaro 

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, nosso Senhor. Sendo ele verdadeiro homem, chorou o amigo Lázaro e, Deus eterno, do túmulo o tirou. Compadecido da humanidade, leva-nos à vida nova pelos mistérios pascais. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO, SANTO, SANTO

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR

O CÉU E A TERRA, PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS!

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bento, com o nosso Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

FRACÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS, DAI-NOS A VOSSA PAZ

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.

COMUNHÃO

Inicia-se então o canto da comunhão:

BETÂNIA, LUGAR DO ACONCHEGO,
REFÚGIO DO MESTRE E SENHOR,
ESPAÇO DA PAZ, DO SOSSEGO,
DA MESA, DO AROMA E DO AMOR.
MAS HOJE SE FAZ SOMBRA E MEDO:
TEM LUTO, TEM CHORO E TEM DOR.

RETIRA ESSA PEDRA QUE FAZ SER SOZINHO.
DESFAZ AS AMARRAS QUE IMPEDEM DE ANDAR.
DESPERTA! LEVANTA! HÁ UM LONGO CAMINHO.
A VIDA TE CHAMA: EU VIM TE SALVAR.

JESUS BEM DISTANTE SE ACHAVA,
CUMPRINDO FELIZ SUA MISSÃO;
MAS LOGO A NOTÍCIA CHEGAVA:
A MORTE RONDAVA UM IRMÃO.
AQUELA FAMÍLIA QUE AMAVA,
POR ELE CLAMOU NA AFLIÇÃO.

O ENCONTRO DE DOR E CONFORTO
TÃO LOGO EM BETÂNIA SE DAVA:
DE UM LADO, O AMIGO JÁ MORTO,
DO OUTRO, AS IRMÃS QUE CHORAVAM.
JESUS SE OFERECE QUAL PORTO
ÀQUELAS QUE TANTO ELE AMAVA.

“SE AQUI ESTIVESSES, AMIGO,
NA CERTA ELE NÃO MORRERIA;
MAS CREIO QUE O PAI É ABRIGO,
NA DOR É ALENTO E ALEGRIA.
POR ISSO, EU LOUVO E BENDIGO,
POIS CREIO QUE ÉS O MESSIAS”.

“NÃO TEMAS, EU SOU O CAMINHO,
A VIDA QUE NUNCA SE ESVAI”.
QUEM CRÊ NUNCA FICA SOZINHO,
E É CERTO, NÃO MORRE JAMAIS;
TERÁ TODA PAZ E CARINHO
PRA SEMPRE, NOS BRAÇOS DO PAI.

CHORANDO, JESUS QUER IR VÊ-LO.
“NÃO VÁ, POIS É MAU O ODOR!”
“CORAGEM!” DEUS OUVE O APELO
DE QUEM CLAMA A ELE NA DOR,
E ESPALHA COM A VIDA E COM ZELO
O AROMA AGRADÁVEL DO AMOR.

AMIGO, TU DORMES. DESPERTA!
CÁ FORA O DIA RELUZ.
HÁ MUITAS AMARRAS, NA CERTA,
UM ESCURO QUE AO NADA CONDUZ.
MAS SOU O SENHOR QUE LIBERTA.
LEVANTA E CAMINHA NA LUZ.

ANTÍFONA DA COMUNHÃO

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Todo aquele que vive e crê em mim não morrerá jamais, diz o Senhor. (Jo 11,26)

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Concedei, ó Deus todo-poderoso, que sejamos sempre contados entre os membros de Cristo, cujo Corpo e Sangue comungamos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

BÊNÇÃO FINAL
(Oração sobre o Povo)

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Abençoai, Senhor, o vosso povo que espera o dom da vossa bondade e realizai os desejos que foram inspirados pela vossa generosidade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO FINAL

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Misere mei, Domine
Misere mei, Domine

Pietà di me, o Dio, per la tua misericordia
Nel tuo grande amore cancella il mio peccato
Lavami da tutte le colpe e dal mio peccato mondami
La mia colpa conosco, dinanzi ho il mio peccato

Miserere mei, Domine
Miserere mei, Domine

Contro te solo ho peccato
Ciò che è male io l'ho fatto
È giusta la tua parola e retto è il tuo giudizio
Nella colpa sono generato, nel peccato concepito
Ma tu vuoi un cuore sincero, sapienza tu mi insegni

Miserere mei, Domine
Miserere mei, Domine

Purifica mi con issopo e sarò mondato
Lavami e sarò più bianco, più bianco della neve
Fammi sentire la gióia e dami la letizia
Esulteranno le ossa che tu mi hai spezzato

Miserere mei, Domine
Miserere mei, Domine

Crea in me un cuore puro e uno spirito saldo
Non privarmi della tua prezensa e del tuo Santo Spirito
Redimi la tua gioia della tua salvezza
Instruitò peccatori a te ritorrerano

Miserere mei, Domine
Miserere mei, Domine