LIVRETO LITÚRGICO
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3° DOMINGO DA QUARESMA
SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
COM RITO DE BÊNÇÃO E
IMPOSIÇÃO DOS PALIOS
PASTORAIS DOS NOVOS ARCEBISPOS
BASÍLICA DE SÃO PEDRO, NO VATICANO
VIII.III.MMXXVI
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RITOS INICIAIS
SAUDAÇÃO
1. Reunido o povo, o Presidente dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, o Presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Presidente, voltado para o povo, diz:
In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.
O povo responde:
Amen.
2. Em seguida, o Presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pax vobis.
O povo responde:
Et cum spiritu tuo.
ATO PENITENCIAL
3. O Presidente convida os fiéis ao ato penitencial.
O Senhor disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
4. Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:
Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
Porque somos pecadores.
O Santo Padre:
Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
5. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).
ORAÇÃO COLETA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o Presidente diz:
Oremos.
E todos oram com o Presidente, por algum tempo, em silêncio.
Então o Presidente, de braços abertos, reza a oração coleta;
Ó Deus, autor de toda misericórdia e bondade, que indicastes o jejum, a oração e a esmola como remédio contra o pecado, acolhei benigno esta confissão da nossa humildade, para que, reconhecendo as nossas faltas, sejamos sempre regenerados pela vossa misericórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Ex 17,3-7)
Dá-nos água para beber!
6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Êxodo. Naqueles dias: O povo, sedento de água, murmurava contra Moisés e dizia: 'Por que nos fizeste sair do Egito? Foi para nos fazer morrer de sede, a nós, nossos filhos e nosso gado?'
Moisés clamou ao Senhor, dizendo: 'Que farei por este povo? Por pouco não me apedrejam!' O Senhor disse a Moisés: 'Passa adiante do povo e leva contigo alguns anciãos de Israel. Toma a tua vara com que feriste o rio Nilo e vai. Eu estarei lá, diante de ti, sobre o rochedo, no monte Horeb. Ferirás a pedra e dela sairá água para o povo beber'. Moisés assim fez na presença dos anciãos de Israel. E deu àquele lugar o nome de Massa e Meriba, por causa da disputa dos filhos de Israel e porque tentaram o Senhor, dizendo: 'O Senhor está no meio de nós, ou não?'
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Verbum Dómini.
Todos respondem:
Deo grátias.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 94(95),1-2.6-7.8-9 (R. 8))
7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.
R. Hoje não fecheis o vosso coração,
mas ouvi a voz do Senhor!
SEGUNDA LEITURA
(Rom 5,1-2.5-8)
O amor foi derramado em nós pelo
Espírito que nos foi dado.
8. A segunda leitura, o leitor a proclama do ambão como descrito acima.
Lectura de la carta del apóstol san Pablo a los Romanos. Hermanos: Ya que hemos sido justificados por la fe, mantengámonos en paz con Dios, por mediación de nuestro Señor Jesucristo. Por él hemos obtenido, con la fe, la entrada al mundo de la gracia, en el cual nos encontramos; por él, podemos gloriarnos de tener la esperanza de participar en la gloria de Dios. La esperanza no defrauda, porque Dios ha infundido su amor en nuestros corazones por medio del Espíritu Santo, que él mismo nos ha dado. En efecto, cuando todavía no teníamos fuerzas para salir del pecado, Cristo murió por los pecadores en el tiempo señalado. Difícilmente habrá alguien que quiera morir por un justo, aunque puede haber alguno que esté dispuesto a morir por una persona sumamente buena. Y la prueba de que Dios nos ama está en que Cristo murió por nosotros, cuando aún éramos pecadores.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Verbum Dómini.
Todos respondem:
Deo grátias.
EVANGELHO
(Jo 4,5-15.19b-26.39a.40-42) Forma Breve
9. Segue-se o canto de aclamação.
10. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O Santo Padre diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Dóminus vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
O diácono diz:
✠ Léctio sancti Evangélii secúndum Ioannem.
O povo responde:
Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo:
Jesus chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José.
Era aí que ficava o poço de Jacó.
Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço.
Era por volta do meio-dia.
Chegou uma mulher da Samaria para tirar água.
Jesus lhe disse: 'Dá-me de beber'.
Os discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos.
A mulher samaritana disse então a Jesus:
'Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?'
De fato, os judeus não se dão com os samaritanos.
Respondeu-lhe Jesus:
'Se tu conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede: 'Dá-me de beber', tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria água viva.'
A mulher disse a Jesus:
'Senhor, nem sequer tens balde e o poço é fundo.
De onde vais tirar a água viva?
Por acaso, és maior que nosso pai Jacó,
que nos deu o poço e que dele bebeu,
como também seus filhos e seus animais?'
Respondeu Jesus:
'Todo aquele que bebe desta água terá sede de novo.
Mas quem beber da água que eu lhe darei,
esse nunca mais terá sede.
E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna.'
A mulher disse a Jesus:
'Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede e nem tenha de vir aqui para tirá-la.'
'Senhor, vejo que és um profeta!'
Os nossos pais adoraram neste monte mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar'.
Disse-lhe Jesus: 'Acredita-me, mulher:
está chegando a hora em que nem neste monte,
nem em Jerusalém adorareis o Pai.
Vós adorais o que não conheceis.
Nós adoramos o que conhecemos,
pois a salvação vem dos judeus.
Mas está chegando a hora, e é agora,
em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade.
De fato, estes são os adoradores que o Pai procura.
Deus é espírito e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade.'
A mulher disse a Jesus:
'Sei que o Messias (que se chama Cristo) vai chegar.
Quando ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas'.
Disse-lhe Jesus:
'Sou eu, que estou falando contigo'.
Muitos samaritanos daquela cidade abraçaram a fé em Jesus.
Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que permanecesse com eles.
Jesus permaneceu aí dois dias.
E muitos outros creram por causa da sua palavra.
E disseram à mulher:
'Já não cremos por causa das tuas palavras,
pois nós mesmos ouvimos e sabemos,
que este é verdadeiramente o salvador do mundo.'
12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:
Verbum Dómini.
O povo responde:
Laus tibi, Christe.
13. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.
HOMILIA
14. Em seguida, faz-se a homilia.
PALLIORUM
BENEDICTIO ET IMPOSITIO
15. Este rito é presidido pelo Romano Pontífice, na celebração da Santa Missa. Ordinariamente acontecerá com o Santo Padre e os arcebispos que receberão o pálio paramentados de amito, alva, cíngulo, estola e casula da cor litúrgica do dia ou da missa que se celebra.
O pálio, confeccionado a partir da lã de duas ovelhas, consiste em duas tiras de lã ornadas de seis cruzes tecidas em negro. O Arcebispo o usa sobre os ombros, tendo uma tira pendente no peito e outra nas costas. O Arcebispo pode usar o pálio em todas as celebrações em que preside ou concelebra em sua Arquidiocese ou nas suas dioceses sufragâneas.
Esta insígnia também quer indicar a comunhão do Arcebispo com o Sumo Pontífice e com a Sé de Pedro. Por isso, após a confecção do pálio, este é depositado junto ao túmulo de São Pedro e permanece lá até a Missa onde será abençoado e entregue ao Arcebispo.
Para cada Arquidiocese em que o Arcebispo tomar posse, receberá um novo pálio.
APRESENTAÇÃO DOS METROPOLITAS
O Cardeal Proto-Diácono, sem mitra, apresenta ao Papa os Arcebispos que devem receber o pálio com estas palavras:
Beatíssimo Pai, os Reverendíssimos Padres Arcebispos aqui presentes, com reverência fiel e obediente diante de Vossa Santidade e da Sé Apostólica, pedem humildemente que Vossa Santidade lhes conceda o pálio, tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, como sinal da autoridade de que os Metropolitas, em comunhão com a Igreja Romana, são investidos em suas próprias circunscrições. Os outros Padres Arcebispos recentemente promovidos a Igrejas Metropolitanas, que hoje não puderam vir a Roma, pedem humildemente poder receber o pálio, em nome e no lugar de Vossa Santidade, do representante Pontifício, cada um em sua própria Igreja Metropolitana.
FÓRMULA DE JURAMENTO DE FIDELIDADE
Os Arcebispos proferem então, em pé, sua fórmula de juramento:
Eu, N., Arcebispo de N., serei sempre fiel e obediente ao Bem-aventurado Apóstolo Pedro, à Santa e Apostólica Igreja de Roma, a ti, Sumo Pontífice, e a teus legítimos sucessores. Assim me ajude Deus Onipotente.
BÊNÇÃO DOS PÁLIOS
Segue-se a bênção dos pálios. O Santo Padre, sem mitra e em pé, de braços abertos, tendo os pálios diante de si, diz:
Ó Deus, Pastor eterno das almas, a ti chamaste, por meio do teu Filho Jesus Cristo, com o nome de ovelhas do rebanho os que quisestes confiar ao governo, sob a imagem do Bom Pastor, do Bem-aventurado Pedro e de seus Sucessores, infunde, pelo nosso ministério, a graça da tua bênção sobre estes pálios, escolhidos para simbolizar a realidade da cura pastoral. Acolhe benigno a oração que humildemente te dirigimos e concede, pelos méritos e pela intercessão dos Apóstolos, àqueles que, por teu dom, endossarem estes pálios, reconhecerem-se como pastores do teu rebanho e traduzirem na vida a realidade significada no nome. Tomem sobre si o jugo evangélico imposto sobre seus ombros, e seja para eles assim leve e suave poder preceder os outros na via dos teus mandamentos com o exemplo de uma fidelidade perseverante, até merecerem ser introduzidos na Páscoa eterna do teu reino. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, todos aclama:
Amém.
IMPOSIÇÃO DOS PÁLIOS
Abençoados os pálios, o Santo Padre recebe a mitra e recita de uma vez a fórmula de imposição:
Para glória de Deus Onipotente e louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos Bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, para decoro das Sés a vós confiadas, como sinal do poder de metropolitas, vos entregamos o pálio tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, para que o uses dentro dos limites de vossa província eclesiástica. Que este pálio seja para vós símbolo de unidade e sinal de comunhão com a Sé Apostólica; seja vínculo de caridade e estímulo à fortaleza, a fim de que no dia da vinda e da revelação do grande Deus e do príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possam obter, com o rebanho a vós confiado, a veste da imortalidade e da glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
ao terminar, todos aclama:
Amém.
Em seguida, cada Arcebispo aproxima-se do Papa, recebe dele o pálio e é saudado com o abraço da paz.
A paz esteja contigo.
o arcebispo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
(Caso houver) Por último, o Prefeito da Congregação para os Bispos recebe do Santo Padre os pálios destinados aos Metropolitas ausentes.
SÍMBOLO
(Niceno-constantinopolitano)
15. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.
Credo in unum Deum, Patrem omnipoténtem, factórem cæli et terræ, visibílium ómnium et invisibílium. Et in unum Dóminum Iesum Christum, Fílium Dei Unigénitum, et ex Patre natum ante ómnia saécula. Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero, génitum, non factum, consubstantiálem Patri: per quem ómnia facta sunt. Qui propter nos hómines et propter nostram salútem descéndit de cælis.
Às palavras que se seguem, até et homo factus est, todos se inclinam:
Et incarnátus est de Spíritu Sancto ex María Vírgine, et homo factus est. Crucifíxus étiam pro nobis sub Póntio Piláto; passus et sepúltus est, et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras, et ascéndit in cælum, sedet ad déxteram Patris. Et íterum ventúrus est cum glória, iudicáre vivos et mórtuos, cuius regni non erit finis. Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem: qui ex Patre Filióque procédit. Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur: qui locútus est per prophétas. Et unam, sanctam, cathólicam et apostólicam Ecclésiam. Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatórum. Et exspécto resurrectiónem mortuórum, et vitam ventúri saéculi. Amen.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.
Irmãos caríssimos, elevemos nossas preces a Deus Pai, em nome de Cristo, fonte da água que jorra para a vida eterna.
R. Dominum deprecemur: te rogamus, audi nos.
— Ó Pai amoroso, conduzi a vida dos batizados para que, com a graça do vosso Filho, sempre vos adorem em espírito e verdade, nós vos pedimos.
— Ó Pai, pelo Papa, pelos bispos e por todos os pastores, para que, guiados pelo Espírito Santo, conduzam o povo de Deus com sabedoria, fidelidade e amor, nós vos pedimos .
— Ó Pai fiel, conduzi a vida dos nossos governantes, para que possam tomar decisões em favor do bem comum e da vida, nós vos pedimos.
— Ó Pai misericordioso, conduzi a vida daqueles que sofrem, para que experimentem no socorro dos irmãos a vossa proximidade, nós vos pedimos.
— Ó Pai, Por nossa Comunidade de evangelização, para que seja sempre espaço de fé, acolhimento e testemunho cristão, mesmo no ambiente digital, nós vos pedimos.
— Ó Pai bondoso, conduzi a vida dos que receberão os Sacramentos nesta Páscoa, para que encontrem em vós a alegria e o sentido de suas vidas, nós vos pedimos.
O Santo Padre conclui dizendo:
Ó Deus, que nos alimenta e sacia, consolai vosso povo que sofre e tanto necessita de sua graça, volvei vosso olhar sobre nós e escutai com carinho nossos pedidos. Por Cristo, Nosso Senhor.
O povo responde:
Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.
18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.
19. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.
20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
21. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Coloca o cálice sobre o altar.
22. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.
23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Santo Padre e o povo.
24. Em seguida, o Santo Padre, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.
25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
SOBRE AS OFERENDAS
26. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;
Senhor de bondade, concedei-nos por este sacrifício que, pedindo perdão de nossos pecados, saibamos perdoar os nossos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
PREFÁCIO
(A Samaritana)
27. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:
Dóminus vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:
Sursum corda.
O povo:
Habémus ad Dóminum.
O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:
Grátias agámus Dómino Deo nostro.
O povo:
Dignum et iustum est.
O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo poderoso, por Cristo, nosso Senhor.
Ao pedir à Samaritana que lhe desse de beber, Jesus suscitava nela o dom da fé; e tão grande era sua sede pela fé dessa mulher, que acendeu nela o fogo do vosso amor.
Por isso, vos servem todas as criaturas, com justiça vos louvam os redimidos e, unânimes, vos bendizem os vossos santos. Concedei-nos também a nós associar-nos aos seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
44. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
45. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
Une as mãos.
que nos mandou celebrar estes mistérios
46. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Ipse enim in qua nocte tradebátur
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accépit panem et tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis, dicens:
inclina-se levemente
ACCÍPITE ET MANDUCÁTE EX HOC
OMNES: HOC EST ENIM CORPUS MEUM,
QUOD PRO VOBIS TRADÉTUR.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.
47. Então prossegue:
Símili modo, postquam cenátum est,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accípiens cálicem, et tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis, dicens:
inclina-se levemente
ACCÍPITE ET BÍBITE EX EO OMNES: HIC
EST ENIM CALIX SÁNGUINIS MEI NOVI
ET ÆTÉRNI TESTAMÉNTI, QUI PRO
VOBIS ET PRO MULTIS EFFUNDÉTUR IN
REMISSIÓNEM PECCATÓRUM.
HOC FÁCITE IN MEAM
COMMEMORATIÓNEM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
48. Em seguida, diz:
Mystérium fídei.
A assembleia aclama:
Mortem tuam annuntiámus, Dómine, et tuam resurrectiónem confitémur, donec vénias.
49. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Card. Bergoglio: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, Santa Áurea e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Dom Rhiquellme: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo o Papa Bento, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Dom Murilo: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos.
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
50. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.
A assembleia aclama:
Amen.
RITO DA COMUNHÃO
43. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:
Præcéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:
Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
44. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O Santo Padre une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
45. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O Santo Padre une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
46. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pax Dómini sit semper vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
47. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
48. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).
49. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.
50. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccáta mundi. Beáti qui ad cenam Agni vocáti sunt.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Dómine, non sum dignus, ut intres sub téctum meum, sed tantum dic verbo, et sanábitur ánima mea.
51. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.
52. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.
53. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO
54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;
Senhor, tendo recebido o penhor do mistério celeste, e já saciados na terra com o pão do céu, nós vos pedimos humildemente que se manifeste em nossa vida o que o sacramento realizou em nós. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
RITOS FINAIS
56. Depois, fazem-se as comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
57. Na Missa pontifical, o Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Dóminus vobíscum.
Todos respondem:
Et cum spíritu tuo.
O Santo Padre diz:
Sit Nomen Dómini benedictum.
Todos respondem:
Ex hoc nunc et usque in saéculum.
O Santo Padre:
Adjutórium nostrum in nómine Dómini.
Todos:
Qui fecit caelum et terram. seja o nome do Senhor.
Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:
Benedicta vos omnipotens Deus, Pater ✠ et Fílius ✠ et Spiritus ✠ Sanctus.
Todos:
Amen.
58. Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:
Ite, missa est.
O povo responde.
Deo grátias.
59. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana Salve Rainha (Salve Regina).
60. Depois, como no início todos se retiram.
