CAPELA PAPAL
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SÃO JOÃO BOSCO, PRESBÍTERO
MEMÓRIA
SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
PRESIDIDA PELO SANTO PADRE
BENTO VIII
PRAÇA SÃO PEDRO, NO VATICANO
XXXI.I.MMXXVI
ENCERRAMENTO DO SÍNODO DOS BISPOS
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RITOS INICIAIS
SAUDAÇÃO
1. Reunido o povo, o Santo Padre dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, o Santo Padre e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Santo Padre, voltado para o povo, diz:
In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.
O povo responde:
Amen.
2. Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo:
Pax vobis.
O povo responde:
Et cum spiritu tuo.
3. O Santo Padre poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
Irmãos caríssimos, na memória de São João Bosco, educador e pai da juventude, damos graças a Deus por este caminho sinodal, vivido na busca da comunhão entre os povos, para que todos sejam um. Nesta Comunidade, somos chamados a testemunhar que a Igreja vive da unidade, da fé e da caridade. Peçamos ao Senhor que purifique nossos corações e fortaleça nossa missão evangelizadora, especialmente entre os jovens.
ATO PENITENCIAL
4. O Santo Padre convida os fiéis ao ato penitencial.
No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:
Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
Porque somos pecadores.
O Santo Padre:
Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
5. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).
HINO DE LOUVOR
Em seguida, canta-se o Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).
ORAÇÃO COLETA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o Santo Padre diz:
Oremos.
E todos oram com o Santo Padre, por algum tempo, em silêncio.
Então o Santo Padre, de braços abertos, reza a oração coleta;
Ó Deus, que suscitastes o presbítero São João Bosco como pai e mestre dos jovens, concedei que, inflamados pelo mesmo fogo da caridade, possamos procurar a salvação de nossos irmãos e irmãs e colocar-nos inteiramente ao vosso serviço. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Dt 6,4-13)
7. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Lectura del Libro del Deuteronomio. Moisés habló al pueblo, diciendo: «Escucha, Israel: el Señor, nuestro Dios, es el único Señor. Amarás al Señor, tu Dios, con todo tu corazón, con toda tu alma y con todas tus fuerzas. Graba en tu corazón estas palabras que hoy te mando. Repítelas con insistencia a tus hijos y habla de ellas cuando estés sentado en tu casa, cuando camines por el camino, cuando te acuestes y cuando te levantes. Átalas como una señal en tu mano y colócalas como un signo entre tus ojos; escríbelas en las puertas de tu casa y en las puertas de tu ciudad. Cuando el Señor te introduzca en la tierra que prometió con juramento a tus padres, Abraham, Isaac y Jacob, que te daría, con ciudades grandes y hermosas que no edificaste, casas llenas de toda clase de bienes que no acumulaste, cisternas ya excavadas que no cavaste, viñas y olivares que no plantaste, y cuando comas y te sacies, cuídate bien de no olvidar al Señor que te sacó de Egipto, de la casa de la esclavitud. Temerás al Señor, tu Dios, a él servirás y sólo por su nombre jurarás».
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Verbum Dómini.
Todos respondem:
Deo grátias.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 111 (112), 1-2.3-4.5-6.7-8.9)
8. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.
R. Feliz aquele que respeita o Senhor!
SEGUNDA LEITURA
(1Cor 12,31–13.13)
9. A segunda leitura, o leitor a proclama do ambão como descrito acima.
Lectura de la Primera Carta de San Pablo a los Corintios. Hermanos: Aspiren a los dones más elevados. Y todavía les voy a mostrar un camino incomparablemente superior. Si yo hablara todas las lenguas de los hombres y de los ángeles, pero no tuviera caridad, sería como un bronce que resuena o un címbalo que retiñe. Si tuviera el don de profecía, si conociera todos los misterios y toda la ciencia, si tuviera toda la fe hasta trasladar montañas, pero no tuviera caridad, no sería nada. Si repartiera todos mis bienes para alimentar a los pobres, y entregara mi cuerpo a las llamas, pero no tuviera caridad, de nada me serviría. La caridad es paciente, es bondadosa; no es envidiosa, no es jactanciosa, no se envanece; no hace nada indebido, no busca su propio interés, no se irrita, no guarda rencor; no se alegra con la injusticia, sino que se goza con la verdad. Todo lo soporta, todo lo cree, todo lo espera, todo lo disculpa. La caridad no pasará jamás. Las profecías desaparecerán, las lenguas cesarán, la ciencia desaparecerá, porque nuestro conocimiento es limitado y nuestra profecía es imperfecta. Pero cuando llegue lo perfecto, desaparecerá lo imperfecto. Cuando yo era niño, hablaba como niño, pensaba como niño, razonaba como niño; cuando me hice adulto, dejé lo propio del niño. Ahora vemos como en un espejo, confusamente, pero entonces veremos cara a cara. Ahora conozco de manera imperfecta, pero entonces conoceré como soy conocido. Ahora permanecen estas tres cosas: la fe, la esperanza y la caridad; pero la mayor de ellas es la caridad.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Verbum Dómini.
Todos respondem:
Deo grátias.
EVANGELHO
(Mt 18,1-5.10.12-14)
10. Segue-se o canto de aclamação.
Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O Santo Padre diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Dóminus vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
O diácono diz:
✠ Léctio sancti Evangélii secúndum Matthaeum.
O povo responde:
Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.
12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:
Verbum Dómini.
O povo responde:
Laus tibi, Christe.
13. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.
HOMILIA
14. Em seguida, faz-se a homilia.
SÍMBOLO
(Niceno-constantinopolitano)
15. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.
Credo in unum Deum, Patrem omnipoténtem, factórem cæli et terræ, visibílium ómnium et invisibílium. Et in unum Dóminum Iesum Christum, Fílium Dei Unigénitum, et ex Patre natum ante ómnia saécula. Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero, génitum, non factum, consubstantiálem Patri: per quem ómnia facta sunt. Qui propter nos hómines et propter nostram salútem descéndit de cælis.
Às palavras que se seguem, até et homo factus est, todos se inclinam:
Et incarnátus est de Spíritu Sancto ex María Vírgine, et homo factus est. Crucifíxus étiam pro nobis sub Póntio Piláto; passus et sepúltus est, et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras, et ascéndit in cælum, sedet ad déxteram Patris. Et íterum ventúrus est cum glória, iudicáre vivos et mórtuos, cuius regni non erit finis. Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem: qui ex Patre Filióque procédit. Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur: qui locútus est per prophétas. Et unam, sanctam, cathólicam et apostólicam Ecclésiam. Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatórum. Et exspécto resurrectiónem mortuórum, et vitam ventúri saéculi. Amen.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.
Irmãos caríssimos, iluminados pela Palavra que nos convida a sermos pequenos, humildes e atentos aos mais frágeis, e fortalecidos pelo caminho sinodal que hoje concluímos, elevemos com confiança nossas preces ao Pai, que não quer que se perca nenhum de seus filhos.
R. Dominum deprecemur: te rogamus, audi nos.
— Pela Santa Igreja, para que, fortalecida pelo caminho sinodal, seja sempre sinal de unidade entre os povos e instrumento de paz no mundo.
— Pelo Papa, pelos bispos e por todos os pastores, para que, guiados pelo Espírito Santo, conduzam o povo de Deus com sabedoria, fidelidade e amor.
— Pela juventude do mundo inteiro, especialmente pelos jovens que participam de nossa Comunidade virtual, para que, inspirados por São João Bosco, encontrem em Cristo o verdadeiro sentido da vida.
— Por todos os povos e nações, para que cresçam na fraternidade, no diálogo e no respeito, vivendo a comunhão desejada por Cristo.
— Por nossa Comunidade de evangelização, para que seja sempre espaço de fé, acolhimento e testemunho cristão, mesmo no ambiente digital.
— Por todos os que sofrem, pelos doentes, pelos desanimados e pelos que se sentem sozinhos, para que encontrem conforto no amor de Deus e na solidariedade dos irmãos.
O Santo Padre conclui dizendo:
Acolhei, ó Pai, as súplicas que vos apresentamos, com o coração simples como o das crianças, e fazei-nos perseverar na comunhão, no cuidado com os pequeninos e no ardor missionário, para que sejamos sempre sinais do vosso amor no mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.
18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.
19. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.
20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
21. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Coloca o cálice sobre o altar.
22. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.
23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Santo Padre e o povo.
24. Em seguida, o Santo Padre, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.
25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
SOBRE AS OFERENDAS
26. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;
Na comemoração de São João Bosco, aceitai, Senhor, a oblação do vosso povo eleito e concedei que, pela participação neste mistério, nos tornemos testemunhas da vossa caridade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
PREFÁCIO
(A presença dos Santos Pastores na Igreja)
27. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:
Dóminus vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:
Sursum corda.
O povo:
Habémus ad Dóminum.
O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:
Grátias agámus Dómino Deo nostro.
O povo:
Dignum et iustum est.
O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.
Vós nos concedeis a alegria de celebrar a memória de São João Bosco, e fortaleceis a vossa Igreja com o exemplo de sua vida, o ensinamento de sua pregação e o auxílio de suas preces.
Por isso, com a multidão dos Anjos e dos Santos, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz.
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).
ORAÇÃO EUCARÍSTICA - I
(Cânon Romano)
28. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão comigo, vosso indigno servo, a quem quiseste colocar à frente da tua Igreja, e com todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
29. Memento dos vivos.
Card. Gänswein: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos servos e servas
une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
30. “Infra actionem”.
Card. Carneiro: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o glorioso dia em que o Senhor Jesus venceu a morte e nos tornou participantes de sua vida imortal. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
31. O Santo Padre, com os braços abertos, continua:
Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
32. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
33. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Qui, prídie quam paterétur,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accépit panem in sanctas ac venerábiles manus suas,
eleva os olhos,
et elevátis óculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipoténtem, tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis:
inclina-se levemente
ACCÍPITE ET MANDUCÁTE EX HOC
OMNES: HOC EST ENIM CORPUS MEUM,
QUOD PRO VOBIS TRADÉTUR.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.
34. Então prossegue:
Símili modo, postquam cenátum est,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accípiens et hunc præclárum cálicem in sanctas ac venerábiles manus suas, item tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis:
inclina-se levemente
ACCÍPITE ET BÍBITE EX EO OMNES: HIC
EST ENIM CALIX SÁNGUINIS MEI NOVI
ET ÆTÉRNI TESTAMÉNTI, QUI PRO
VOBIS ET PRO MULTIS EFFUNDÉTUR IN
REMISSIÓNEM PECCATÓRUM.
HOC FÁCITE IN MEAM
COMMEMORATIÓNEM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
35. Em seguida, diz:
Mystérium fídei.
A assembleia aclama:
Mortem tuam annuntiámus, Dómine, et tuam resurrectiónem confitémur, donec vénias!
36. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.
37. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
38. Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
39. Memento dos mortos.
Card. Silva: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
40. Bate no peito, dizendo:
Card. Prado: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso.
41. E o Santo Padre prossegue:
CP Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
42. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.
A assembleia aclama:
Amen.
RITO DA COMUNHÃO
43. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:
Præcéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:
Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
44. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O Santo Padre une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
45. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O Santo Padre une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
46. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pax Dómini sit semper vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
47. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
48. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).
49. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.
50. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccáta mundi. Beáti qui ad cenam Agni vocáti sunt.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Dómine, non sum dignus, ut intres sub téctum meum, sed tantum dic verbo, et sanábitur ánima mea.
51. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.
52. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.
53. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO
54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;
Deus todo-poderoso, esta santa refeição nos ajude para que, a exemplo de São João Bosco, manifestemos no coração e nas obras a caridade fraterna e a luz da verdade. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO PARA ABERTURA DO SÍNODO
55. Logo após a Oração depois da comunhão, o Santo Padre profere a oração de ação de graças. De pé, sem mitra e voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração;
Ó Deus, Pai de bondade e de misericórdia, nós vos damos graças por este caminho sinodal que percorremos na escuta da vossa Palavra, na comunhão fraterna e no discernimento à luz do Espírito Santo. Ao longo destes dias, aprendemos a caminhar juntos, a valorizar cada pessoa como dom precioso e a reconhecer, nos pequenos e nos humildes, o rosto do vosso Filho. Concedei à vossa Igreja que os frutos deste Sínodo se transformem em vida, em missão e em testemunho fiel do Evangelho, para que todos sejam um, como Jesus pediu. Fortalecei especialmente os jovens, inspirados por São João Bosco, para que sejam construtores de unidade, anunciadores da esperança e servidores do vosso Reino, também nos novos espaços de evangelização. Recebei, Senhor, nossa gratidão, nossa entrega e nosso compromisso renovado de seguir-vos com alegria e fidelidade. E, como filhos agradecidos, elevemos agora a nossa voz em louvor, reconhecendo as maravilhas que realizais em nosso meio, cantando com a Igreja de todos os tempos: A vós, ó Deus, louvamos: Te Deum laudamus!
O coro entoa o hino.
Te Deum laudámus: *
te Dominum confitémur.
Te aetérnum Patrem, *
omnis terra venerátur.
Tibi omnes ángeli, *
tibi caeli et univérsae potestátes:
tibi chérubim et séraphim *
incessábili voce proclámant:
Sanctus, *
Sanctus, *
Sanctus *
Dóminus Deus Sábaoth.
Pleni sunt caeli et terra *
maiestátis glóriae tuae.
Te gloriósus *
Apostolórum chorus,
te prophetárum *
laudábilis númerus,
te mártyrum candidátus *
laudat exércitus.
Te per orbem terrárum *
sancta confitétur Ecclésia,
Patrem *
imménsae maiestátis;
venerándum tuum verum *
et únicum Filium;
Sanctum quoque *
Paráclitum Spíritum.
Tu rex glóriae, *
Christe.
Tu Pátris *
sempitérnus es Fílius.
Tu, ad liberándum susceptúrus hóminem, *
non horruísti Vírginis úterum.
Tu, devícto mortis acúleo *
aperuísti credéntibus regna caelórum.
Tu ad dexteram Dei sedes, *
in glória Patris.
Iudex créderis *
esse ventúrus.
Te ergo quáesumus, tuis fámulis súbveni, *
quos pretióso sánguine redemísti.
Aetérna fac cum sanctis tuis *
in glória numerári.
* Salvum fac pópulum tuum, Dómine, *
et bénedic hereditáti tuae.
Et rege eos, *
et extólle illos usque in aetérnum.
Per síngulos dies *
benedícimus te;
et laudámus nomen tuum in sáeculum, *
et in sáeculum sáeculi.
Dignáre, Dómine, die isto *
sine peccáto nos custodire.
Miserére nostri, Dómine, *
miserére nostri.
Fiat misericórdia tua, Dómine, super nos, *
quemádmodum sperávimus in te.
In te, Dómine, sperávi: *
non confúndar in aetérnum.
56. Depois, fazem-se as comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
57. Na Missa pontifical, o Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Dóminus vobíscum.
Todos respondem:
Et cum spíritu tuo.
O Santo Padre diz:
Sit Nomen Dómini benedictum.
Todos respondem:
Ex hoc nunc et usque in saéculum.
O Santo Padre:
Adjutórium nostrum in nómine Dómini.
Todos:
Qui fecit caelum et terram. seja o nome do Senhor.
Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:
Benedicta vos omnipotens Deus, Pater ✠ et Fílius ✠ et Spiritus ✠ Sanctus.
Todos:
Amen.
58. Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:
Ite, missa est.
O povo responde.
Deo grátias.
59. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana Salve Rainha (Salve Regina).
60. Depois, como no início todos se retiram.
