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Decreto Conciliar "Deus Immortale"



DECLARATIO CONCILIARE
DEUS IMMORTALE


GREGORIUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Iluminado pela palavra de Deus e pela graça santificante do Espírito Santo, a Igreja caminha perene e gloriosa pelos séculos, reinando pisando sobre a mentira, corrupção e sobre o pecado. Tal deve ser a preocupação de se opor as marés do mundo, que os clérigos e fiéis devem ter a cada dia que acordam, conscientes que suas ações devem ser unicamente para a glória de Deus e de sua Santa Igreja.

Assim como no início da História da Salvação, o pecado entre no mundo por meio da desobediência de Eva, ele tenta da mesma forma, entrar no Corpo Místico de Cristo, a Igreja, de modo a se auto-destruir. Entretanto, santos homens que vivem na obediência e no temor de Deus, defendem bravamente a Igreja das investidas de Satanás.

Ao comemorar nestes tempos os 5  anos de fundação da Igreja, vejo tantos homens que souberam defende-la bravamente, santos pontífices que foram verdadeiras pontes entre o mundo e o céu. Faço aqui memória do grande Papa Bento II, que ao presidir o grande Concílio Vaticano III, entronizou a Igreja em uma era de unidade e Paz. O grande Papa Gregório Magno I, que esgotou todas suas forças em visitas e formações, assim como João Paulo V e tantos outros. Santos homens! Infelizmente temos também tantos modelos de imperfeições, simonias, abusos e transgressões, como os anti-papas já declarados e hoje, mais especificamente, o Papa Pio I.

Os momentos sombrios que a Igreja viveu no início do biênio da Sé , assombram até hoje aqueles que a governam. Um dos fundadores, se torna anti cristão e agora segue um Deus que não é o de Jesus Cristo, um ser Messiânico, porém não nosso Senhor, Deus único, trino e verdadeiro.

Por isso, com a minha autoridade apostólica, comunico, confirmo e decreto, aquilo que o concilio Vaticano IV declarou: que seja conhecido como anti-papa e traidor da Igreja, o Papa Pio I, in memoriam, e sejam seus ensinamentos postos a desconfiança de todos, e não seja reconhecido mais como um de nossos fundadores. Admoestamos que o clero e o povo de Deus vivam sempre na verdade, que é o verdadeiro modo de chegar a Cristo. Com corações sinceros e humildes, que apesar dos erros, voltam atrás e pedem perdão.

Revogam-se quaisquer outras disposições contrárias.

Dado em Roma, junto a São Pedro, no dia 09 de Junho, vésperas do aniversario de 3 meses de pontificado, do ano querigmático de 2020, primeiro de nosso pontificado.

+ Gregorius Pp. IV
Pontifex Maximus